“Disse Pedro: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho te dou. Em nome de Jesus Cristo, o nazareno, levanta-te e anda.”. Atos 3:6
Jesus já tinha sido crucificado, morto ressuscitado, e estava lá com o Pai. Os discípulos tinham que continuar a obra de Cristo. Como? Se o grande líder já não estava fisicamente no meio deles. O Senhor não veio para ficar fisicamente em nosso meio, dando suporte a nossas necessidades. Veio para que possamos fazer a sua obra, para aprendermos com ele. “E estes sinais hão de seguir os que crerem” Marcos 16:17 .
O costume do povo era , na hora nona se dirigirem ao templo para a oração. O movimento era grande e muitas pessoas passavam pela porta do templo. Esta porta grande era de bronze cinzelado, estilo Corinto, com incrustações de ouro e prata. Tinha um grande valor. Se fosse feita toda de ouro ainda não chegaria ao preço da sua decoração. O povo tinha o mesmo costume dos dias de hoje. Colocar os pedintes sempre no meio de maior movimentação, ali seria o lugar ideal para se mendigar. Se um matemático estivesse ali fatalmente faria uma estatística de quanto seria a arrecadação. E se analisarmos bem o rendimento digamos:Seria bom.
Jesus não quer que ficamos presos somente nos ganhos deste mundo, Ele quer uma transformação espiritual na vida de todos. O grande trabalho do Senhor não foi curar as pessoas fisicamente, bem sabemos que Jesus restituiu a saúde de muitos. O grande trabalho do Senhor foi livrar o homem do pecado. “Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” João 16:8 O próprio Jesus falava do Espírito Santo que viria para convencer o homem.
Pedro e João ao se depararem com aquele mendigo que se apresentava a eles pedindo uma esmola, depararam com um fato corriqueiro. Se desse uma moeda, mesmo que de grande valor poderia sanar a necessidade momentânea. Imaginemos! Uma cesta básica,acabaria, uma poupança, um dia terminaria,ou coisa deste porte. Colocaram a mão no bolso e a decepção de ambos foi grande. Não tinham dinheiro. A bíblia não diz trocado. Eles tinham algo muito mais valioso do que ouro e prata. Eles tinham a promessa do Senhor Jesus de estar com eles em todos os momentos. O Espírito Santo de Deus impulsionam a falar não mais o natural, mais o espiritual. Aqueles homens possuídos de uma grande fé olham para o pedinte chama a sua atenção e falam: “Pedro e João olharam bem para ele e, então, Pedro disse: Olhe para nós! O homem olhou para eles com atenção, esperando receber deles alguma coisa. Disse Pedro: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.” Atos 3:4-6 E o homem saiu andando.
O Comportamento do Homem
É importante analisarmos aquele homem antes e depois do ocorrido. O mendigo era colocado à porta do templo chamado Formosa, posteriormente tinham que carregá-lo para casa. Sua alimentação era entregue por terceiros, ate suas necessidades básicas tinha que depender de outras pessoas. Aquele homem vivia deprimido, triste,sem esperança, sem objetivos. Entendo, era uma vegetação humana. Em seus 40 anos de vida sempre dependendo dos outros, suas esperanças já não brilhavam mais. Quando o homem perde a esperança ele perde sua vida.
Repentinamente ele é levado para seu local de pedir esmola e possivelmente seria um dia como muitos outros se passaram em sua (terrível vida). A diferença; encontrou Jesus, através de Pedro e João. Imagine uma coisa! Se Pedro e João tivessem dinheiro, acredito que seria mais uma moeda em seu recipiente.
Primeiro: Os discípulos lhe chamam a atenção “Olhe para nós” Muitas pessoas querem receber algo de Deus, mais estão com seus olhos voltados para os piores lugares que possamos imaginar. Como se fosse Deus que deveria ir atrás deles. Se você precisa do Senhor tem que estar ligado nele. Quando o homem recebeu esta intimação, seu coração deve ter pulado de alegria, “Vou ganhar uma gorda esmola” a decepção veio logo. “Não temos prata nem ouro” No popular:( ferrou tudo). Pedro e João tinham algo muito melhor para ele. “Mas o que tenho te dou. Em nome de Jesus Cristo, o nazareno, levanta-te e anda.” Aquele homem em poucos segundos saiu da decepção para a alegria.
Você esta ligado em Jesus?
Se liga! Temos o costume de reclamar, pedir, e assim sucessivamente. Estava viajando e passei por uma cidade do interior e estava escrito; Cuidado passagem de trem. Toda vez ao passar por aquele lugar parava meu carro e com muito cuidado atravessava os trilhos. Jesus está te dizendo “Eu estou as portas, abre teu coração” Fique ligado o teu dia vai chegar e o Senhor vai te dizer “Levanta-te” do teu sofrimento seja qual for ele, terminara.
pastorjandiro@terra.com.br
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Lágrimas
Mateus 5:4 “Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;”
A afetividade é parte de nossa vida psíquica e para estudar o ser humano temos de considerar a importância dos afetos. Muitas vezes programamos uma forma de agir e quando nos deparamos com a situação fazemos tudo completamente diferente. Rita Durão em Caramuru, se expressa da seguinte maneira “Levanta as mãos, como ele levantava; / E vendo-o lagrimar, também chorava.” As emoções podem ser de raiva, nojo, medo, vergonha, desprezo, tristeza, alegria, empolgação, amor, paixão, atração e outras. Podem ser fortes, fracas, passageiras duradouras e podem mudar com o tempo, fazendo com que uma coisa que nunca nos emocionou passe a nos emocionar.
O Senhor Jesus proferiu em um dos mais conhecidos discursos de uma série de cinco, sobre a vida cristã, que tem como título “O sermão da Montanha”. Mostra um trecho especial para essa afetividade chamada choro, o choro que provoca lágrimas, como o engenheiro e oficial do Exercito Brasileiro Visconde de Taunay (romancista) escreveu “Lágrimas vindo do coração”.
As Lágrimas de Ana
A Bíblia nos conta a história de uma mulher chamada Ana que inconformada com sua esterilidade, não deixou de pedir e chorar, derramando suas lágrimas no altar, até o dia em que Deus a ouviu e deu-lhe um filho chamado Samuel, o qual veio ser um dos maiores profetas em Israel.
As mães têm um relacionamento singular com os filhos repletos de compreensão e de perdão, assim como de afeto. Nunca é cedo ou tarde demais para começar a ensinar seus filhos a viverem uma vida integra dentro da sociedade e para servir ao Senhor. Ana recebeu a benção de Deus e imediatamente entregou seu filho para Deus cuidar. A vida está sendo difícil pra todos, mas se entregarmos ao Senhor ele saberá o que é bom para cada um, pois ele tem cuidado de nós.
As Lágrimas de Jesus
Em uma das histórias mais conhecida da humanidade, ou seja a ressurreição de Lázaro, aquele amigo do Mestre, que ficou doente chamaram a Jesus, a doença complicou até que o grande amigo recebeu a triste notícia “Lázaro está morto”. Como em todas as outras vezes em que Jesus deparou com alguma circunstância crítica, não teve uma reação de afetividade que viesse trazer escândalo, pois ele sabia que o Pai estava com ele. Nossas reações afetivas nunca podem ser de desespero; devemos chorar, ver nossas lágrimas caírem pelo rosto, mas a nossa confiança tem de ser no Senhor que fez os céus e a Terra. Em João 11:4 Jesus responde sobre a enfermidade de Lázaro quando recebe a notícia “E Jesus, ouvindo isso, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela” Foi necessário que Lázaro morresse para que Gloria de Deus fosse manifestada.
Quando Jesus chega no tumulo de Lázaro que já estava enterrado há quatro dias O Senhor é movido de uma emoção humana “Jesus Chorou” João 11:35 Jesus sabia que poderia ressuscitar Lázaro, Jesus foi solidária na tristeza e chorou a morte do amigo.
Naquela época “chorar o morto” significava chorar, copiosamente gritar até guincho, lamentado por pessoas que muitas vezes nem conheciam o morto. Quanto maior o lamento, maior o tributo que os judeus acreditavam estar oferecendo ao falecido.
As Nossas Lágrimas
Romanos 12:15 “Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram”. O Senhor nos ensina a ser solidário com os demais, isso não está existindo mais no meio da humanidade. Quando vemos o noticiario nos meios de comunicação, em que outrora ficávamos espantados hoje tudo se torna rotina. Crianças usando armas, matando uns aos outros. Os grandes conflitos entre polícia e bandidos parecendo com o Velho Oeste. Quando (isto é quando) vamos a um hospital e vemos aqueles moribundos. Ou porque não dizer, os que não tem comida, teto ou qualquer amor familiar. Está na hora de testar a nossa afetividade; derrame uma lágrima, peça a Deus pela humanidade. A Palavra de Deus diz que o mundo está indo a passos largo de encontro com o maligno. Chegou à hora da vitória. Não uma vitória isolada que depende só da minha pessoa e o resultado vem beneficiar somente aquele que pede. Vamos fazer uma grande corrente de oração derramando nossas lágrimas em prol deste mundo caótico, aos pés do Senhor, assim como fez Ana. Pode ser que os resultados não venham como nos queremos, mas tenha certeza o Senhor ouvirá.
Pastor Jandiro
pastorjandiro@terra.com.br
pastorjandiro@bol.com.br
A afetividade é parte de nossa vida psíquica e para estudar o ser humano temos de considerar a importância dos afetos. Muitas vezes programamos uma forma de agir e quando nos deparamos com a situação fazemos tudo completamente diferente. Rita Durão em Caramuru, se expressa da seguinte maneira “Levanta as mãos, como ele levantava; / E vendo-o lagrimar, também chorava.” As emoções podem ser de raiva, nojo, medo, vergonha, desprezo, tristeza, alegria, empolgação, amor, paixão, atração e outras. Podem ser fortes, fracas, passageiras duradouras e podem mudar com o tempo, fazendo com que uma coisa que nunca nos emocionou passe a nos emocionar.
O Senhor Jesus proferiu em um dos mais conhecidos discursos de uma série de cinco, sobre a vida cristã, que tem como título “O sermão da Montanha”. Mostra um trecho especial para essa afetividade chamada choro, o choro que provoca lágrimas, como o engenheiro e oficial do Exercito Brasileiro Visconde de Taunay (romancista) escreveu “Lágrimas vindo do coração”.
As Lágrimas de Ana
A Bíblia nos conta a história de uma mulher chamada Ana que inconformada com sua esterilidade, não deixou de pedir e chorar, derramando suas lágrimas no altar, até o dia em que Deus a ouviu e deu-lhe um filho chamado Samuel, o qual veio ser um dos maiores profetas em Israel.
As mães têm um relacionamento singular com os filhos repletos de compreensão e de perdão, assim como de afeto. Nunca é cedo ou tarde demais para começar a ensinar seus filhos a viverem uma vida integra dentro da sociedade e para servir ao Senhor. Ana recebeu a benção de Deus e imediatamente entregou seu filho para Deus cuidar. A vida está sendo difícil pra todos, mas se entregarmos ao Senhor ele saberá o que é bom para cada um, pois ele tem cuidado de nós.
As Lágrimas de Jesus
Em uma das histórias mais conhecida da humanidade, ou seja a ressurreição de Lázaro, aquele amigo do Mestre, que ficou doente chamaram a Jesus, a doença complicou até que o grande amigo recebeu a triste notícia “Lázaro está morto”. Como em todas as outras vezes em que Jesus deparou com alguma circunstância crítica, não teve uma reação de afetividade que viesse trazer escândalo, pois ele sabia que o Pai estava com ele. Nossas reações afetivas nunca podem ser de desespero; devemos chorar, ver nossas lágrimas caírem pelo rosto, mas a nossa confiança tem de ser no Senhor que fez os céus e a Terra. Em João 11:4 Jesus responde sobre a enfermidade de Lázaro quando recebe a notícia “E Jesus, ouvindo isso, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela” Foi necessário que Lázaro morresse para que Gloria de Deus fosse manifestada.
Quando Jesus chega no tumulo de Lázaro que já estava enterrado há quatro dias O Senhor é movido de uma emoção humana “Jesus Chorou” João 11:35 Jesus sabia que poderia ressuscitar Lázaro, Jesus foi solidária na tristeza e chorou a morte do amigo.
Naquela época “chorar o morto” significava chorar, copiosamente gritar até guincho, lamentado por pessoas que muitas vezes nem conheciam o morto. Quanto maior o lamento, maior o tributo que os judeus acreditavam estar oferecendo ao falecido.
As Nossas Lágrimas
Romanos 12:15 “Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram”. O Senhor nos ensina a ser solidário com os demais, isso não está existindo mais no meio da humanidade. Quando vemos o noticiario nos meios de comunicação, em que outrora ficávamos espantados hoje tudo se torna rotina. Crianças usando armas, matando uns aos outros. Os grandes conflitos entre polícia e bandidos parecendo com o Velho Oeste. Quando (isto é quando) vamos a um hospital e vemos aqueles moribundos. Ou porque não dizer, os que não tem comida, teto ou qualquer amor familiar. Está na hora de testar a nossa afetividade; derrame uma lágrima, peça a Deus pela humanidade. A Palavra de Deus diz que o mundo está indo a passos largo de encontro com o maligno. Chegou à hora da vitória. Não uma vitória isolada que depende só da minha pessoa e o resultado vem beneficiar somente aquele que pede. Vamos fazer uma grande corrente de oração derramando nossas lágrimas em prol deste mundo caótico, aos pés do Senhor, assim como fez Ana. Pode ser que os resultados não venham como nos queremos, mas tenha certeza o Senhor ouvirá.
Pastor Jandiro
pastorjandiro@terra.com.br
pastorjandiro@bol.com.br
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A Terra está cheia de Violência
“A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência”. Gênesis 6:11
Os últimos acontecimentos que nos chegam através da imprensa, somente vem nos confirmar que o grande aumento da violência, é proveniente da atitude do homem não dar lugar a Deus em suas vidas.
A sociedade que é meio humano no qual uma pessoa se acha integrada, e quando alguém por qualquer motivo é penalizado a própria sociedade tem a obrigação através do estado de reintegrar novamente aquele indivíduo ao convívio comum entre as pessoas. Infelizmente não e o que vemos, pois cada povo tem suas leis, e as leis ou são compridas drasticamente ou simplesmente são deixada de lado.
Timothy McVeigh, um terrorista, assassino cruel, matou 168 pessoas das quais 19 crianças feriu outras 600, ao explodir uma bomba em um prédio federal nos EUA, foi preso condenado e a sociedade com direitos reservados somente a Deus, tira a vida daquele homem.
Atriz pornô morre apedrejada no Irã, por produzir e participar de filmes contendo cenas que sob a lei iraniana é considerada obscena, simplesmente apedrejam um ser humano. O homem quer por fim a violência através da violência.
No Brasil é simplesmente igual com exceção à pena de morte, que mesmo não sendo legal alguém executa sem a menor cerimônia.
No Rio de Janeiro um aposentado se irrita com o barulho das crianças brincando, pega uma arma e tira a vida de uma menina de 14 anos. Nos presídios, locais construídos pelos governos para reeducar pessoas banidas da sociedade, matam, degolam e jogam bola com a cabeça do infeliz, fazem rebeliões, e exigem, as autoridades simplesmente de cabeça baixa aceitam tudo. O cidadão não pode mais sair na rua que é assaltado, e quando volta para casa tem que dar graças a Deus, pois sua vida está na mão de um bandido.
Vemos todos os dias pessoas sendo presas com uma enorme ficha policial. Pergunto: até quando viveremos este drama? Porque nossos governantes não tomam providencias mais sérias aumentando as penas, dando trabalhos alternativas a quem merece, separando o joio do trigo? O cidadão não agüenta mais é preciso revisar a idade da pena, temos que dar um remédio amargo á nossas atitudes. Quinze anos ou mais ou menos. Não sei compete a nossos governantes mudar essa situação. Governar não é só e3star na midia vai muito alem do que pensamos.
A terra está corrompida cheia de violência, temos que mudar alguma coisa para que Deus não destrua mais uma vez a humanidade.
Pastor Jandiro
pastorjandiro@terra.com.br
pastorjandiro@bol.com.br
Os últimos acontecimentos que nos chegam através da imprensa, somente vem nos confirmar que o grande aumento da violência, é proveniente da atitude do homem não dar lugar a Deus em suas vidas.
A sociedade que é meio humano no qual uma pessoa se acha integrada, e quando alguém por qualquer motivo é penalizado a própria sociedade tem a obrigação através do estado de reintegrar novamente aquele indivíduo ao convívio comum entre as pessoas. Infelizmente não e o que vemos, pois cada povo tem suas leis, e as leis ou são compridas drasticamente ou simplesmente são deixada de lado.
Timothy McVeigh, um terrorista, assassino cruel, matou 168 pessoas das quais 19 crianças feriu outras 600, ao explodir uma bomba em um prédio federal nos EUA, foi preso condenado e a sociedade com direitos reservados somente a Deus, tira a vida daquele homem.
Atriz pornô morre apedrejada no Irã, por produzir e participar de filmes contendo cenas que sob a lei iraniana é considerada obscena, simplesmente apedrejam um ser humano. O homem quer por fim a violência através da violência.
No Brasil é simplesmente igual com exceção à pena de morte, que mesmo não sendo legal alguém executa sem a menor cerimônia.
No Rio de Janeiro um aposentado se irrita com o barulho das crianças brincando, pega uma arma e tira a vida de uma menina de 14 anos. Nos presídios, locais construídos pelos governos para reeducar pessoas banidas da sociedade, matam, degolam e jogam bola com a cabeça do infeliz, fazem rebeliões, e exigem, as autoridades simplesmente de cabeça baixa aceitam tudo. O cidadão não pode mais sair na rua que é assaltado, e quando volta para casa tem que dar graças a Deus, pois sua vida está na mão de um bandido.
Vemos todos os dias pessoas sendo presas com uma enorme ficha policial. Pergunto: até quando viveremos este drama? Porque nossos governantes não tomam providencias mais sérias aumentando as penas, dando trabalhos alternativas a quem merece, separando o joio do trigo? O cidadão não agüenta mais é preciso revisar a idade da pena, temos que dar um remédio amargo á nossas atitudes. Quinze anos ou mais ou menos. Não sei compete a nossos governantes mudar essa situação. Governar não é só e3star na midia vai muito alem do que pensamos.
A terra está corrompida cheia de violência, temos que mudar alguma coisa para que Deus não destrua mais uma vez a humanidade.
Pastor Jandiro
pastorjandiro@terra.com.br
pastorjandiro@bol.com.br
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Carnaval: Tradição. Aceitamos ou não!
A palavra tradição, pode dizer, está ligada ao costume, ao uso e a sua transmissão, e de certa forma ao folclore. Esclareceremos ao leitor essas diferenças. O que queremos dizer é que o emprego do termo Tradição significa, pelo menos teoricamente, a denominação para todos os procedimentos por meio dos quais são transmitidos todos os conhecimentos adquiridos, todas as criações que a sociedade conheceu. A tradição, em outras palavras, é um dos modos de se difundir e concretizar um dado cultural muito antigo, uma tradição iniciada por alguém e compreendida por todas as pessoas como uma espécie de rito necessário a manutenção de seus valores.
Com efeito o leitor talvez entenda: Então tradição e cultura estão intimamente ligadas?. Sim, mas devemos alertar que a Cultura seria o próprio aprendizado, a absorção dos valores e a tradição seriam a forma de uma sociedade demonstrá-la, ou seja, é a forma pela qual a cultura pode ser representada e afirmada.
Um exemplo para o leitor brasileiro é a farra do bumba-meu-boi. Apesar de ser um folclore, isto é, uma festa de caráter tipicamente popular. Outro exemplo é o carnaval. Apesar de o Carnaval ser uma comemoração muito antiga em muitos outros países, é no Brasil que essa tradição se consolida mais claramente. Pelo menos da forma que é comemorada. Faz parte da tradição atual o carnaval ser comemorado em sambódromos, com escolas de samba, festas, etc. Mas percebemos, se formos rever a história do carnaval no Brasil, que houve várias transformações desde os tempos das famosas marchinhas até os atuais sambas-enredo.
Superstição
Derivada do latim, superstitio, onis, o vocábulo designa “crença contrária à fé religiosa e à própria razão”. Etimologicamente, a palavra deriva de supersies, “sobrevivente”, “o que está sobre algo”. Inicialmente pois, significava “vidente”, “profeta“ já que o termo era empregado como referência a uma tentativa de encontrar uma explicação fora dos domínios da razão, buscando numa instância superior o sentido e a significação para um fato aparentemente inexplicável. Atualmente o conceito tem sido utilizado com freqüência como resultado de processos derivados do preconceito em relação à certas práticas quando estas não se coadunam com as opiniões e/ou princípios religiosos de uma determinada pessoa.
A superstição leva à práticas, gestos, rituais, todos estes atitudes contrárias à razão e cujo caráter claramente defensivo está baseado em sentimentos de temor e medo.
Em nossa sociedade, existem diversos costumes, aceitos e praticados com muita freqüência sem sofrer qualquer tipo de contestação e que são, em última instância resultante de superstição. Este é o caso de do costume de se colocar atrás da porta de entrada uma vassoura com o intuito de livrar-se de uma visita indesejável; a utilização do trevo de quatro folhas como símbolo da sorte; a idéia de que o número treze é símbolo de mau agouro. Além disso, no entanto, existem outras práticas que foram assimiladas por nossa cultura e tratadas com tanta naturalidade que ocultam sua verdadeira natureza supersticiosa.
Carnaval no Brasil,
A mais importante e significativa festa. Rito simbólico de uma sociedade coercitiva, com substrato caótico, que se permite abolir normas cotidianas e desrespeitar códigos sociais durante três dias. Sua evolução passa por três fases:
– adaptação colonial do entrudo português. Uma grande festa de família onde todos se conheciam e brincavam com lança-perfumes, confetes e serpentinas.
– carnaval burguês. Corresponde às transformações na sociedade urbana. Na cidade do Rio de Janeiro estas transformações manifestam-se nos desfiles das agremiações carnavelescas — Democráticos, Fenianos, Tenentes do Diabo —, nos bailes dos teatros São Francisco de Paula ou João Caetano e nos desfiles dos ranchos, agremiações intermediárias entre os blocos e as atuais escolas de samba e caracterizados pelo uso exclusivo de instrumentos de sopro e pelas músicas no estilo marcha-rancho.
– carnaval das Escolas de Samba. Corresponde à massificação da sociedade urbana. Um espetáculo grandioso que envolve milhões de reais, sociedades lucrativas dedicadas a organizá-lo. Isso é Carnaval.
Carnaval e Deus
“Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.” Deuteronômio, 6:5
O amor que determinadas pessoas tem pelos dias de carnaval, é uma coisa irreconhecível.
Trabalhei com uma pessoa cognominado “Carioca” Durante as festas de Momo ele desaparecia da Empresa, dizia ele “economizo o ano todo e torro tudo no carnaval” A violência, sexo, mortes e demais atrocidades são estatisticamente provada. Seu crescimento é assustador durante o “reinado” Momo.
O povo de Corinto tinha o costume de fazer festas miraculosas. O carnaval como já está definido no nome (festa da carne) é uma comemoração totalmente voltada aos prazeres materiais, ou sejam carnais. Os evangélicos têm que ficar atentos as palavras escritas na Bíblia Sagrada "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus." Galatas, 5: 19-21
Quando fomos chamados para sermos servos de Deus, uma das qualidades exigidas em nossas vidas foi o novo nascimento. Vejamos o que aconteceu, e o que acontecia com Nicodemos: Dr. da Lei, príncipe, guardador dos mandamentos, mas Jesus disse: "é necessário vos nascer de novo". O novo nascimento é ter uma vida nova. Quando o crente volta as origens antigas, ele está dando vazão ao velho homem.
Muitos estão até inventando o já tradicional Carnaval de Jesus, Jesus nunca participou de festas da carne, e nunca participará. Quando o cristão quer fazer alguma coisa baseada no já existente é preciso verificar as origens, pois as mesmas poderão ir contrario aos mandamentos Bíblicos.
Pastor Jandiro Escritor, Conferencista,
pastorjandiro@bol.com.br
pastorjandiro@terra.com.br
jandiro@ig.com.br
Com efeito o leitor talvez entenda: Então tradição e cultura estão intimamente ligadas?. Sim, mas devemos alertar que a Cultura seria o próprio aprendizado, a absorção dos valores e a tradição seriam a forma de uma sociedade demonstrá-la, ou seja, é a forma pela qual a cultura pode ser representada e afirmada.
Um exemplo para o leitor brasileiro é a farra do bumba-meu-boi. Apesar de ser um folclore, isto é, uma festa de caráter tipicamente popular. Outro exemplo é o carnaval. Apesar de o Carnaval ser uma comemoração muito antiga em muitos outros países, é no Brasil que essa tradição se consolida mais claramente. Pelo menos da forma que é comemorada. Faz parte da tradição atual o carnaval ser comemorado em sambódromos, com escolas de samba, festas, etc. Mas percebemos, se formos rever a história do carnaval no Brasil, que houve várias transformações desde os tempos das famosas marchinhas até os atuais sambas-enredo.
Superstição
Derivada do latim, superstitio, onis, o vocábulo designa “crença contrária à fé religiosa e à própria razão”. Etimologicamente, a palavra deriva de supersies, “sobrevivente”, “o que está sobre algo”. Inicialmente pois, significava “vidente”, “profeta“ já que o termo era empregado como referência a uma tentativa de encontrar uma explicação fora dos domínios da razão, buscando numa instância superior o sentido e a significação para um fato aparentemente inexplicável. Atualmente o conceito tem sido utilizado com freqüência como resultado de processos derivados do preconceito em relação à certas práticas quando estas não se coadunam com as opiniões e/ou princípios religiosos de uma determinada pessoa.
A superstição leva à práticas, gestos, rituais, todos estes atitudes contrárias à razão e cujo caráter claramente defensivo está baseado em sentimentos de temor e medo.
Em nossa sociedade, existem diversos costumes, aceitos e praticados com muita freqüência sem sofrer qualquer tipo de contestação e que são, em última instância resultante de superstição. Este é o caso de do costume de se colocar atrás da porta de entrada uma vassoura com o intuito de livrar-se de uma visita indesejável; a utilização do trevo de quatro folhas como símbolo da sorte; a idéia de que o número treze é símbolo de mau agouro. Além disso, no entanto, existem outras práticas que foram assimiladas por nossa cultura e tratadas com tanta naturalidade que ocultam sua verdadeira natureza supersticiosa.
Carnaval no Brasil,
A mais importante e significativa festa. Rito simbólico de uma sociedade coercitiva, com substrato caótico, que se permite abolir normas cotidianas e desrespeitar códigos sociais durante três dias. Sua evolução passa por três fases:
– adaptação colonial do entrudo português. Uma grande festa de família onde todos se conheciam e brincavam com lança-perfumes, confetes e serpentinas.
– carnaval burguês. Corresponde às transformações na sociedade urbana. Na cidade do Rio de Janeiro estas transformações manifestam-se nos desfiles das agremiações carnavelescas — Democráticos, Fenianos, Tenentes do Diabo —, nos bailes dos teatros São Francisco de Paula ou João Caetano e nos desfiles dos ranchos, agremiações intermediárias entre os blocos e as atuais escolas de samba e caracterizados pelo uso exclusivo de instrumentos de sopro e pelas músicas no estilo marcha-rancho.
– carnaval das Escolas de Samba. Corresponde à massificação da sociedade urbana. Um espetáculo grandioso que envolve milhões de reais, sociedades lucrativas dedicadas a organizá-lo. Isso é Carnaval.
Carnaval e Deus
“Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.” Deuteronômio, 6:5
O amor que determinadas pessoas tem pelos dias de carnaval, é uma coisa irreconhecível.
Trabalhei com uma pessoa cognominado “Carioca” Durante as festas de Momo ele desaparecia da Empresa, dizia ele “economizo o ano todo e torro tudo no carnaval” A violência, sexo, mortes e demais atrocidades são estatisticamente provada. Seu crescimento é assustador durante o “reinado” Momo.
O povo de Corinto tinha o costume de fazer festas miraculosas. O carnaval como já está definido no nome (festa da carne) é uma comemoração totalmente voltada aos prazeres materiais, ou sejam carnais. Os evangélicos têm que ficar atentos as palavras escritas na Bíblia Sagrada "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus." Galatas, 5: 19-21
Quando fomos chamados para sermos servos de Deus, uma das qualidades exigidas em nossas vidas foi o novo nascimento. Vejamos o que aconteceu, e o que acontecia com Nicodemos: Dr. da Lei, príncipe, guardador dos mandamentos, mas Jesus disse: "é necessário vos nascer de novo". O novo nascimento é ter uma vida nova. Quando o crente volta as origens antigas, ele está dando vazão ao velho homem.
Muitos estão até inventando o já tradicional Carnaval de Jesus, Jesus nunca participou de festas da carne, e nunca participará. Quando o cristão quer fazer alguma coisa baseada no já existente é preciso verificar as origens, pois as mesmas poderão ir contrario aos mandamentos Bíblicos.
Pastor Jandiro Escritor, Conferencista,
pastorjandiro@bol.com.br
pastorjandiro@terra.com.br
jandiro@ig.com.br
Assinar:
Comentários (Atom)