sábado, 29 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
A entrada triunfal
A entrada
triunfal
“E, logo que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto
ao monte das Oliveiras, enviou dois dos
seus discípulos e disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e, logo
que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não
montou homem algum; soltai-o e trazei-mo. E, se alguém vos disser: Por que
fazeis isso?, dizei-lhe que o Senhor precisa dele, e logo o deixará trazer para
aqui. E foram, e encontraram o jumentinho preso fora da porta, entre dois
caminhos, e o soltaram. E alguns dos que ali estavam lhes disseram: Que fazeis,
soltando o jumentinho? Eles, porém, disseram-lhes como Jesus lhes tinha
mandado; e os deixaram ir. " Marcos,
11:1-6
Esta narrativa do Evangelho segundo Marcos, começam os eventos da
semana da paixão de Cristo. A mesma multidão que recebeu gloriosamente o Senhor
Jesus, presumia que o Messias restauraria Israel como nação e governaria
politicamente as nações. Eles não compreendiam o propósito expresso por Jesus
concernente à sua vinda ao mundo. Posteriormente, a mesma multidão gritou:
"Crucifica-o", ao perceber que Ele não era o Messias do tipo que eles
esperavam.
A popularidade de Jesus, principalmente no segundo ano de seu
ministério cresceu muito, uma vez que neste espaço de tempo fez muitos
milagres, deu grandes ensinamentos, e sua fama correu muito nas aldeias
circunvizinhas e muitas pessoas se achegaram ao mestre. Isto não quer dizer que
em demais anos o Senhor passou despercebido. Muitos viam Jesus como o filho de
Deus, o libertador de Israel e principalmente aquele que livraria o homem da
escravidão do pecado. Outros enxergavam o Mestre como um líder político capaz
de libertar sua nação da opressão que vinha sobre seus antepassados e se
estendia até naqueles dias.
O mesmo acontece nos dias de hoje, ninguém é privado de ver o
mundo, as pessoas da sua maneira. Existem aqueles que julgam precipitadamente
sem ter base do que está fazendo.
O filho de Deus sabendo do que lhe esperava, manda que dois
de seus discípulos buscassem um jumentinho, que ninguém ainda tinha montado,
trouxeram ao Senhor e foi sua condução para a entrada em Jerusalém. O povo
saudando gritando "Hosana nas maiores alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Olha o teu rei ai vem!"
Jogavam suas
vestes, cortavam ramos de árvores para Jesus passar por cima. A multidão estava
alvoroçada, ali montado no jumentinho vinha a solução de todos seus problemas.
Outros perguntavam: Quem é este? A resposta vinha imediatamente: Este é Jesus,
o profeta de Nazaré da Galiléia. Dias depois a mesma multidão gritava:
Crucifica-o crucifica.
O que Jesus
tem representado para você? Nas horas boas vemos como a resolução de todos
nossos problemas. Passou um pouco de tempo nossa visão muda completamente. A
diferença, o Senhor sempre, nos vê da mesma maneira, como seu irmão.
O enganador
O enganador
“Cresceram os meninos; e Esaú tornou-se perito caçador, homem do campo;
mas Jacó, homem sossegado, que habitava em tendas. Isaque amava a Esaú, porque
comia da sua caça; mas Rebeca amava a Jacó. " Gênesis 25:27-28.
Um
dos nomes mais conhecidos da história bíblica e da cultura israelita é o nome
de Jacó. Dividindo o ventre de sua mãe Rebeca,
com seu irmão gêmeo Esaú. Jacó
teve que usar de todas as artimanhas possíveis para adquirir a primogenitura, fato este
legitimado a seu irmão de direito mas não de fato. Esaú, um caçador preocupado
somente com o fruto de seu trabalho, deixando o futuro, ou seja a linhagem
familiar para que Deus providenciasse, uma maneira da qual tanto ele ou outra
pessoa qualquer poderia dar continuidade.
Esaú por ser o primogênito, ficava totalmente à vontade, pois entendia
ele que era algo que não poderia perder.
Enquanto
Esaú continuava seu trabalho no campo, Jacó astutamente preparava uma maneira
para poder tirar o direito de seu irmão. Mesmo sendo gêmeos, nascidos no mesmo
dia, a diferença de idade se dava entre ambos pois Esaú saiu primeiro, e
agarrado a seu calcanhar logo em seguida veio Jacó, por isso o significado de
seu nome (suplantador). Para muitos a disputa da primogenitura começava dentro
do ventre de sua mãe, ambos querendo ser o primeiro a nascer.
Procurando
meios para conseguir seus objetivos pessoais, certa vez quando Esaú chegou do
campo cansado, Jacó, aproveita o momento e compra a primogenitura de seu irmão trocando por um
cozido vermelho que Jacó tinha preparado. Depois de jurar que alcançaria o tão sonhado objetivo de sua vida, Jacó por um
preço muito baixo, vendeu o seu direito. Pão e o cozido vermelho de lentilhas,
foi o valor.
Quando
seu pai Isaque, foi abençoar o primogênito antes de sua morte quem estava lá
para receber a bênção; Jacó, todo camuflado em volto em peles, conseguiu
enganar seu velho pai já cego e de idade avançada. Isaque pensou que era Esaú,
pois o caçador era peludo. Se o velho pai soubesse não se deixaria enganar,
pois não tinha compartilhado daquela negociata. Jacó conseguiu seu intento,
recebeu a bênção do pai. Santo Agostinho, certa vez, disse: " É
impossível enganar-se sobre a verdade de uma percepção; o engano está em
afirmar uma verdade existente na coisa, fora do próprio ato de perceber." Assim,
radicalizando esta posição, este pensador fundamenta a certeza da existência,
pela noção de que: aquele que se engana pôde afirmar que é, pois o que não é
não pode ser enganado.
Hoje vivemos em uma
sociedade que pessoas enganam outras através de propagandas, contratos,
afirmativas e promessas. Promessas!!!
Velhas artimanhas de políticos já manjados pelos eleitores. Programas de rádio
e televisão onde seus apresentadores de uma forma técnica muito bem elaborada
anunciam apresentações mirabolantes, mais na realidade são notas comuns. Tudo
isto um dia vai acabar o povo está ficando atento.
O Sonhador
O Sonhador
“E sonhou ainda outro sonho, e o
contou a seus irmãos, e disse: Eis que ainda sonhei um sonho; e eis que o sol,
e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim. E, contando-o a seu pai e a seus
irmãos, repreendeu-o seu pai e disse-lhe: Que sonho é este
que sonhaste? Porventura viremos eu, e tua mãe, e teus irmãos a
inclinar-nos perante ti em terra?" Gênesis, 37:9-10.
José,
décimo-primeiro filho de Jacó. Sua história se passou lá pelos anos 1720-1570
a.C. é uma das mais gráficas e atrativas
descrita no Antigo Testamento. Cresceu mimado por seu pai, foi vendido por seus
irmãos a mercadores egípcios para servir
como escravo, foi prisioneiro. Mas tornou-se governador do Egito admirado por todas as
nações circunvizinhas.
Sua história começou bem no seio da
família, a inveja foi o ponto alto para uma dissensão entre seus irmãos, o
motivo foi que Deus lhe deu um atributo; ter
sonho, seu grande privilégio; acreditar.
Todos nós sonhamos. A psicologia usa o sonho como instrumento
para o trabalho do psicoterapeuta. Algumas teorias dão menos importância a ele
mas outras, a psicanálise por exemplo, o consideram muito importante em suas
práticas. Para Freud o sonho é um fenômeno de natureza psíquica que ocorre
durante o sono e que diz respeito a conteúdos inconscientes. Para a
psicanálise, é através deles que o inconsciente pode ser conhecido. As
características que regem o sonho são semelhantes às que regem o inconsciente e
portanto não existe uma lógica de pensamento e nem uma necessidade de coerência
com o real. Para Deus pode ser o instrumento de revelação ao homem. O Senhor
usou muitas vezes o sonho para revelar o futuro a seus escolhidos.
José teve um sonho e contou a seus onze irmãos, começava a
perseguição, uma vez que seus irmãos passaram a odiar muito a José. "Eis que estávamos atando
molhos no meio do campo, e eis que o meu molho se levantava, e também ficava em
pé, e eis que os vossos molhos o rodeavam, e se inclinavam ao meu molho. " Gênesis, 37:7.
O ciúme tomou conta de todos e uma
análise precipitada foi feita: "Reinarás com efeito sobre
nós?" foi a pergunta. Ao contar a
seu pai, o velho Jacó o repreendeu. José continuou a sonhar contando a todos,
cada sonho contado mais aumentava o ódio de seus irmãos para com ele.
Sonhar!
Não podemos de forma alguma dirigir nossos sonhos, muitas vezes são
pesadelos, outras vezes são pura ficção, mas alguns se tornam em realidade. A
criança, o menino, o jovem, o adulto até o ancião sonha, ninguém pode parar
nosso poder de sonhar. Outras vezes Deus
fala conosco através de sonhos. Sonhar é
bom principalmente no dia em que ele se torna realidade.
Sonhe, no teu leito aconchegante, ou no
chão duro já que você não tem aonde
dormir, mais pode sonhar. Sonhar é muito bom.
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
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