segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Uma Crônica de um reino distante

Uma Crônica de um reino distante

Havia em um reino distante um rei muito bom e dedicado, só que queria alguma coisa diferente para poder realizar um grande sonho. Colocou um casal em um local lindo e perfeito, todo cheio de rios bonitos e florestas e tinha uma arvore preciosa que era muito admirada.
Aquele local tinha varias espécies de animais, peixes de todas as espécies, alem dos rios de águas cristalinas. Poderíamos dizer  era o céu aqui na Terra. O casal não tinha preocupação com quase nada, pois tinha tudo às mãos, nada que precisavam tinha dificuldades de ter as suas mãos,
Algum tempo atrás no seu reino teve uma revolução e o bondoso rei teve que expulsar uma grande parte dos seus soldados bem como seu general, pelo motivo de revolta. O Pseudo  general, já que tinha perdido sua patente e não teria ninguém que poderia reconhecer esse desertor. O “general” tinha tanta inveja do grande rei que começou a montar seu reino pela terra e teve vários adeptos. Pautado pela inveja não se contentou e foi meter seu grande nariz la no local que o rei havia colocado o casal para tomar conta.
Com promessas falsas ele conseguiu enganar o casal e ambos desagradaram o nobre, e bondoso rei.  O rei ficou tão bravo que expulsou ambos do local ao ponto de colocar pessoas do seu exercito no portão para que ninguém entrasse.
A população cresceu muito, imagina a quantidade,  pois os anos passaram e cada dia nasciam mais e mais crianças, cresciam e ficavam no reino a mercê do “general” enganador. O rei estava tão desapontado com o povo que mandou seu filho o único para dar um jeito nesses perversos súditos. Seu filho veio e foi morto por uma porção de imaturos religiosos que estavam acima da sua própria religião, pois naquele reino era uma ordem “Não matarás”. O rei através de seu inigualável poder conseguiu que seu lindo filho fosse ressuscitado, e ambos começaram a fazer uma nova cidade na qual ele ira acomodar os fieis  que ficaram do lado do rei. Será uma cidade inigualável, não temos aqui na Terra nada que pode se comparar a grandeza dessa cidade.  Hoje ele está aceitando pessoas que se dispõe a morar lá, seja um dos tais e faça sua inscrição.
Desculpe esqueci o mais importante da historia, ou seja, o nome de seus personagens. Desculpe mais uma vez. Vamos la.  O bondoso rei se chama vem de um tetragrama  “YHVH” seu Filho “Jesus” e o falso General “Lúcifer”. Cuidado ele anda a solta enganando pessoas.  Quer saber mais leia a Bíblia


Pastor Jandiro

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A recompensa da generosidade

A recompensa da generosidade



            Estou escrevendo essa mensagem, da qual a pedido e principalmente dedicando a uma serva de Deus (Irmã Jaqueline).  

         Havia uma cidade cujo nome era Jope. Seu nome no Grego (Yãpô) transliterado para nosso idioma tem seu significado “Belo”. Cidade da antiguidade situada no litoral do Mediterrâneo, que ficava a 55 Km ao NO de Jerusalém.  No século 15 aC aparece na lista do grande conquistador Tutmosis III. Mais na Biblia Sagrada aparece como a cidade de uma mulher chamada Dorcas.

Dorcas é uma personagem que vivia em Jope.  Era famosa por, apesar de sua pobreza, ajudar os necessitados. Dorcas tinha uma preocupação e dedicação muito forte com os pobres daquela cidade, ao ponto de costurar túnicas e vestidos para as viúvas. Atos 9.39.  Dorcas ou (Tabita) significa Gazela   (Antílope pequeno rápido e gracioso era conhecido pelos seus olhos brilhantes) Olhos que brilham quando podem fazer o bem a uma pessoa. Recebeu o nome certo, Judia que morava entre Gregos ( gregos os poderosos da época, na ciência e conhecimento reconhecido ate nos dias de hoje. Falava a língua Grega e se tornou Cristã. Sua escolha foi a mais importante de sua vida, pois agora conhecedora das coisas de Deus, e não mais dos deuses pagãos da antiga Grécia. O grande medico Lucas em atos a chama de Discípula  - É a primeira vez no Novo Testamento para descrever uma mulher. E Ela levava com orgulho aquele titulo. Discípula  (Pergunta Como você tem se comportado como discípula de Cristo?) Tinha um sofrimento Particular que a levou a morte. Sua grande alegria servir a Deus e aos pobres.  Coisa que em nossos dias o Ministério somente é um titulo e não mais uma dádiva de Deus.
Dorcas morava em Jope – Cidade bonita na costa do mar Mediterrâneo, por ser uma cidade costeira   havia Jope muitos maridos, país que partiam em direção a águas muito perigosas. Onde muitos deles não retornavam mais, deixando para traz muitos órfãos e viúvas enlutados.
Dorcas amava o Senhor. Seus lindos olhos só viam a necessidade dos outros. A história não nos diz, mais quero entender que ela deixava os afazeres de costura para seu próprio adornamento em prol das viúvas necessitadas.
Quando Dorcas morreu as mulheres se reuniu em sua volta e expuseram seu lindos trabalhos  em sua volta e começaram a chorar. Não foi sua casa a beira do Mar. Não foi o ruído das águas do mar, Não foi a solidão que afastou a dor da morte de Dorcas.
 Quando surge uma grande idéia: -Tragam um homem! Ela é uma mulher de Deus e nós somos testemunhas disso. A ordem ao o homem era – Busque Pedro ele vai saber o que fazer.
Quando nossas forças acabam, quando mais precisamos de uma benção não adianta se desesperar “Busque o homem de Deus” “Vai bem contigo?” Pedro era somente o instrumento de Deus, mas Deus era o grande benfeitor. Vamos mudar um pouco “Deus é o grande Benfeitor. Ele pode ter piedade de sua causa.
Pedro ao subir no quarto encontrou mulheres chorando. Mostravam as vestes feita por Dorcas. Não podemos chegar e ir fazendo a obra de qualquer Jeito. Pergunta As mulheres choravam por quê?       Pela separação da amiga Dorcas?            Pela companheira.     Pela caridade que ela fazia?  (Devemos amar a Deus pelo que ele é não por interesse), ora e deus concede novamente a vida a Dorcas. A Grande mulher estava em pé novamente.  

Ao ouvir o grande milagre muitos vidas se voltaram ao Senhor, com certeza essa discípula generosa dotada de mãos hábeis pegou sua agulha, e continuou seu ministério compassivo e benevolente com todos que à rodeava. Quantas vezes uma mulher oferece seus serviço mais significativo para Deus, fazendo o que parece ser coisa de menor importância do mundo, mas quem mede o valor do Trabalho e o Senhor da Seara. 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A vergonha nas mídias sociais

A vergonha nas mídias sociais

                “Por isso foi dito: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens.”  Efesios 4:8
            Tenho alguns momentos em minha vida que me trouxe grandes conquistas, por que não  destacar um em especial a Internet. Como frequentador das reuniões na nossa sede, ou seja, a AD Brás, há tempos atrás Bispo Samuel Ferreira publicamente exaltava o meu serviço e do Pastor Ferraz, ambos tinha escolhido internet como meio de evangelização.  Trouxe-nos muitos trabalhos e consequentemente fiquei conhecido em várias partes, pois os nossos escritos chegou a atravessar fronteiras, rios e mares para a Gloria de Deus. Fomos as radio, Tvs, e por muitos anos escritor no Jornal Agora São Paulo, sempre dizendo Jesus, Salva, cura, e batiza com Espirito Santo.  
            Nosso objetivo hoje não é dizer sobre minha pessoa mais o que temos lido nas redes sociais.
            Lemos dias atrás, Que o mesmo Deus que está na Igreja está também nos prostibulos, nas festas regradas a drogas, nas cadeias etc. fiquei pasmado pois Deus através de seu filho Jesus veio morar no coração dos homens, e não em localidades. A Biblia diz “Vossos pecados fazem divisão entre vos e Deus” Estamos misturando a presença de Deus com a Misericórdia de Deus ao pecador.
            Outro dia mandaram um Link, um pastor doutrinando sua Igreja sobre usos e costumes. Não sou contra pelo contrario sou extremamente favorável, mais isso é algo interno de cada Igreja.  Sem bases bíblicas, somente sobre suposição.
            Vejo Pastores pegando escritos (alguns escritos são ótimos) Leio sempre os bons, tiram copias e ficam lendo nas igrejas (marmita requentada) como diria Pastor Antônio Larentis.
            Mais o pior agora o Facebook  virou trincheira de pessoas sem esclarecimento que ficam se atacando uns aos outros, usando nomes de igrejas e querendo se defender. Isso é uma vergonha ao povo evangélico. As redes sociais não são do demônio não Deus deu dons aos homens, mais os homens tem que saber usar isso para a gloria de Deus. Ouvimos hinos se posso chamar de hinos que são desabafos, Igrejas dançantes, lutando tudo para alcançar Gente. Não para levar homens ao CÉU. Não vou mudar o dom que Deus me deu ou seja da escrita, quero dizer que estes não tem meu apoio. Vamos usar Twiter, Facebook, Instagram para divulgar o Evangelho. Podemos não mudar o Mundo, mas temos uma grande participação e melhorar muito nossa Terra. 
Estudos Bíblicos      pastorjandiro.blogspot.com.br  
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PROSPERIDADE

PROSPERIDADE      

E o SENHOR estava com José, e foi varão próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.” Gênesis 39:2
Prosperidade.
·        No sentido bíblico, é a medida das bênçãos de Deus, segundo Sua vontade. Não se trata apenas de “ser rico” ou ter “ótima saúde”, mas possuir: sabedoria, dons, bom (boa) esposo (a), filhos obedientes e fiéis a Deus, honras, paz, segurança, etc.
·        Alguns termos bíblicos que descrevem a prosperidade: “bênçãos”, “bem-aventuranças”, “colheita”, “abundância”, “prosperar”.
Ao longo da história humana, Deus tem usado de pessoas prósperas para abençoar seu povo: Abraão,  Isaque, José (do Egito), Davi, Salomão, etc.
1.           O segredo para obter prosperidade.
Obediência; é o principal método para obter uma vida prospera.  Ex 23.25, Dt 7.12-13, 11.13-15, Pv 28.20, Ap 22.7. A obediência á vontade de Deus leva o homem a gozar paz, harmonia, segurança, e usufruir os benefícios que Deus tem reservado àqueles que O amam (2 Cr 26.5, Sl 1.3). Exemplo: as promessas feitas aos dizimistas fazem parte da bênção pela obediência (Ml 3.10,11). Isaque foi obediente, ficando em Gerar, e Deus lhe abençoou muitíssimo (Gn 26.2, 6, 12-14).
·             Podemos pedir prosperidade para Deus?
Sem dúvida, Ele nos quer abençoar sempre!  (Mt 6.33, Fp 4.19). O que ocorre, com freqüência, que a prosperidade é vista egoisticamente, para o próprio deleite da pessoa que a recebe. Aí então ocorre o engano da “prosperidade sem responsabilidade”.
·      Que é “voto de prosperidade”?
É um voto feito á Deus, propondo-se a ser um canal de suas bênçãos. O voto é o seguinte: quanto mais bênçãos receber, mais a pessoa dará para outros (At 20.35). Pessoas que fizeram este voto: Abraão (Gl 3.14), Jacó (Gn 28.22), Salomão (1 Rs 3.8-9), etc.
·      A prosperidade pode cessar?
Não de todo. Mas, por motivos especiais, Deus pode fazer cessar alguma prosperidade em particular. O caso mais conhecido é o de Jó: perdeu bens, família e saúde, para alcançar uma bênção maior: conhecer Deus de perto! (Jó 42.5). “Todas as coisas cooperam para o bem...” (Rm 8.28).
·      Qual a nossa responsabilidade diante da prosperidade a nós concedida?
Será proporcional ao que recebermos (Mt 25.14-30). Especificamente, aos que receberem bênçãos materiais, estará a responsabilidade de ministrar misericórdia (1 Tm 6.17-19). Aos que receberem grande sabedoria, será cobrado responsabilidade extra pelo seu uso . É propósito de Deus que haja diligência (cuidado) com o que recebermos: o que pouco recebe, pouco será cobrado, o que muito recebe, muito será exigido (Lc 12.48). Haverá um tribunal especial para nós, cristãos, para avaliar nossa fidelidade em relação àquilo que recebemos de Deus (“Tribunal de Cristo”: Rm 14.10, 2 Co 5.10). 
REFUTAÇÕES BÍBLICAS DO “EVANGELHO DA PROSPERIDADE”
Heresia segundo a qual o crente "deve ser rico", “sempre ter saúde”, senão não está abençoado.. Dizem que por ser filho de Deus, temos o "direito" de termos o que quisermos! Vejamos as refutações bíblicas:
1.    Salomão não pediu riquezas... 1 Rs 3.9
2.    O mendigo Lázaro era salvo, porém... Lc 16.20-23
3.    Jesus não tinha onde reclinar a cabeça: Mt 8.20
4.    Paulo viveu em constante pobreza: Fp 4.11
5.    Porque Jesus pediu ao rico para desfazer-se dos bens? Lc 18.22
6.    Os que querem ficar ricos caem em tentações: 1 Tm 6.9
7.    Não podemos servir a Deus e as riquezas: Lc 16.13
8.    Igreja Apostólica não tinha membros que se diferenciassem entre si nas posses: At 2.44-45
9.    A recomendação para  os  discípulos:  não  ter  2  túnicas...Mt 10.9-10
10.A pobreza como honra ("o irmão de condição humilde"... Tg 1.9)
11.A oração que não é atendida: para gastar no luxo: Tg 4.3
12."Transformação dos elementos?". Onde? Na Bíblia? A alquimia  é uma forma de feitiçaria! Ex 22.18, Ap 21.8
13.Na oração do Pai Nosso não há indicação de  pedirmos  além  do necessário ("de cada dia..." Mt 6.11)
14.A colheita de cem por um é de natureza espiritual! Mt 13.23
15.A Bíblia exorta a procurar os melhores dons (1  Co  12.31),  a buscar a Deus e Seu Reino (Is 55.6, Mt 6.33), etc. Não há  passagem recomendando o acúmulo de bens (veja Pv 30.8-9, Sl 62.10,  1ì Tm 6.8)
16.O servo de Eliseu pegou lepra pela cobiça... 2 Rs 5.20-27
17.Cobiça como pecado: Lc 12.15-21, 1 Jo 2.16
18."Não amar as coisas do mundo", significa não desejá-las!1  Jo .15
19."Não ajunteis tesouro na terra..." Mt 6.19
20.José e Maria eram humildes. Sua oferta de sacrifício no templo foi um par de rolas (Lc 2.22-24), a mais simples oferta (veja  Lv 12.6-8)
21.A fascinação da riqueza sufoca o  crescimento  espiritual Mc 4.19
22.O amor ás riquezas, raiz dos males 1 Tm 6.10
23.Riqueza como serviço: 1 Tm 6.17-19
24.Pedro e João não tinham oferta para dar ao paralítico: At 3.6
25.Transitoriedade e vaidade (Pv 23.5, Ec 2.18, 5.10)
26.Pobres no mundo, mas ricos para Deus (Tg 2.5)
27.Moisés abandonou sua riqueza e "status", para servir a Deus  e ao Seu povo Hb 11.24-26
28.Prosperidade como resultado da obediência, e não  dos  "direitos": Dt 7.12-13, 11.13-15, etc.
29.A cobiça levou o povo de Israel a desobedecer e ser  derrotado: Js 7.1-26
30.Deus usou Gideäo, da família mais pobre de Manassés, para  libertar Israel: Jz 6.15
31.Jó, um justo, passou por um período de pobreza total: Jó 1.9-12
32."Ganhar o mundo inteiro" ou "perder sua alma"? (Mc 8.36). Veja também Lc 12.34

33.Qual o objetivo do evangelho? Prosperidade ou  salvação?  Veja Jo 20.31

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

008 Procura-se casa:

008  Procura-se casa:


- com janelas enormes por onde o Sol nunca se ponha a dormir no horizonte;

- de portas bem largas e abertas escancaradas para a Lua a brilhar constante
no firmamento;

 - sem grades a esquartejar os ventos que passam, trazendo sementes de
alegria;

- com muros altos de bungavílias a enfeitar, com suas cores, os limites que
só existem nos laços que se transformam em nós cegos.

- Uma casa sem medo de ser invadida.

- Precisa-se de uma casa, cujas paredes sejam feitas de abraços, mistura de
cimento de carinhos e tijolos de afeição.

- Uma casa com pisos de madeira perfumada, lembrando aromas de flores e
campos transformados.

- Uma casa com escadas que conduzam a um sótão de sonhos armazenados.

- Procura-se uma casa ampla com espaços para acomodar o desejo de viver na
tranqüilidade, no sossego.

- Uma casa pintada de branco com nuances de paz e raios de luz por todos os
cantos.

- É imprescindível que possua claridade transparente.

-Uma casa com amores-perfeitos plantados no jardim e gerânios, ao redor
dela, acariciando as pedras dos seus alicerces.

-Algumas roseiras são indispensáveis.

-Além do mais, necessário é que exista um banco com nomes gravados a
canivete com juras de eternidade.

- E, que junto a esse banco, haja uma árvore com galhos cheios de ninhos de
pássaros.

- O entardecer requer gorjeios melodiosos e a manhã exige o despertar sonoro
de aves várias.

- Procura-se uma casa que tenha, em seu interior mais secreto, uma lareira
constantemente aquecendo o inverno e, no teto, uma clarabóia imensa por onde
se possa ver as estrelas nas noites de verão.

- Mas só se fecha negócio se houver um quintal, nos fundos da moradia, com
tesouros escondidos de infâncias múltiplas e antigas que, ainda, ninguém
descobriu.

- Precisa-se de uma casa de memórias guardadas porque é urgente desenterrar
lembranças.

- O tempo passa veloz e quer levar consigo histórias para contar. Preciso
escrevê-las!

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Eu ainda sonho com uma igreja...

Eu ainda sonho com uma igreja...


Sonho com uma igreja onde a Palavra tenha a primazia. O grito reformado de SOLA SCRIPTURA reverbera em meus ouvidos, com o som de vozes martirizadas pela verdade das Escrituras.
Sonho com uma igreja onde a Palavra volte a ocupar o centro (Jo 17.17), onde tanto a pregação quanto a música sejam encharcadas de verdades bíblicas (1º Co 14.15), e não de invencionices humanas.
Em meu sonho percebo a alegria do re-encontro com a voz de Deus, amiga, suave, a permear todo o ambiente onde a igreja estiver reunida, pois onde se reúnem os “templos” (nós) ali está a Igreja (Mt 18.20).
Sonho com uma igreja sadia pelo ensino coerente das Escrituras Sagradas, onde esquisitices e maluquices são tratadas como o que realmente são: esquisitices e maluquices. Não se dá margem a unções novas, senão a unção que já temos no Santo de Deus (1º Jo 2.27). Não se ensina aquilo que não é bíblico pelo simples fato de, exatamente, não ser bíblico. Aquilo que é relativo em mim deve se curvar diante do absoluto da Palavra de Deus. O que sinto não sobrepõe o que leio nas Escrituras.
Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso, inclusive eu, quando o que ACHAR não for o que a Palavra REALMENTE diz (Rom 3.4).
Sonho com uma igreja onde o pastor não é nada mais que um irmão revestido por Deus de um DOM para o crescimento da mesma.
Que eu mesmo testemunhe contra mim um dia se não for um pastor como o que sonho. Que haja fidelidade ao Deus que vocaciona e capacita. Que haja humildade para reconhecer que toda a capacidade vem dEle e não de mim mesmo (Rom 12.3). Que haja coerência entre o falar e o viver (Mt 5.37). Que eu não me torne pesado para os irmãos e, se for preciso, que aprenda a “fazer tendas” (2 Co 11.9; At 18.3).
Sonho com uma igreja que tenha problemas, mas que aprenda com eles (Rom 5.3-5). Que haja graça no lidar com os que caem (Gl 6.1), sabendo que é pela graça que somos o que somos, e que a graça nos nivela sob o sangue de Cristo. Que ninguém seja “punido” de seus erros, mas corrigido com brandura para que o nome de Cristo seja exaltado na reedificação deste irmão (Tg 5.19-20).
Sonho com uma igreja que deixe de ser um tribunal para ser um hospital, onde os feridos são cuidados com amor e que, por esse amor, aprendam a amar e se firmem no Deus que é amor! (1º Jo 4.😎.
Sonho com uma igreja que faça da oração uma simples conversa com o Ser amado. Nada de exigências, nada de ordens, nada de decretos. Que, ao contrário das manifestações triunfalistas, nossas angústias e ansiedades sejam lançadas sobre Ele (1º Pd 5.7), sabendo que Seu cuidado é real. Que sejam orações sinceras, sem máscaras e sem farisaísmo, simplesmente que o nosso quarto seja o lugar de oração, não as praças públicas (Mt 6.5-6). Ninguém precisa saber que eu oro, mas que todos percebam de forma inequívoca que tenho comunhão com Aquele que é o Senhor.
Sonho com uma igreja onde não seja preciso apelos constantes à contribuição, mas onde a graça de Deus abunde nos corações de tal forma que o contribuir deixe de ser uma “carga” para ser um momento de festa, de alegria, pois é a esse momento que Deus aceita e ama (2º Cor 9.7).
Que as necessidades dos irmãos sejam supridas em amor, mas também em gestos (Tg 2.15-16), sabendo que naquilo em que ajudo o meu irmão necessitado, a Deus mesmo o faço (Mt 25.40).
Sonho com uma igreja em que o culto seja vivo, mas não irracional (Rom 12.1). Uma igreja em que o culto seja tão suave como uma melodia clássica, mas tão impactante como uma marcha nupcial. Um ambiente onde quem já é salvo sinta-se em família, de verdade, sem títulos (ninguém em casa chama um irmão de “irmão” – irmãos se chamam pelo nome, ou apelidos carinhosos, mas nunca por “títulos”). Onde quem não é salvo queira conhecer a Deus simplesmente pela beleza do amor demonstrado entre os que ali estão (At 2.47).
Sonho com uma igreja onde o louvor seja algo espontâneo, onde haja liberdade para a adoração, mas que haja espírito e verdade (Jo 4.24). Que seja adoração em espírito, pois Deus é Espírito, mas que também seja adoração em verdade. Em verdade humana e em verdade bíblica. Que quando eu cantar para o meu irmão: “eu sou um com você...”, eu realmente seja assim, senão não é “em verdade”, e que seja uma verdade da Palavra, pois se não for assim, é adoração mentirosa. E que não seja preciso animadores de auditório e nem instrumentos sagrados para me levar ao “êxtase”, ma que a simples presença daquele que é digno de ser adorado me encha o coração e a boca, e que Ele se agrade do meu louvor, como cheiro suave.
Sonho, ainda, com uma igreja que celebre a ceia na esperança da volta do noivo, como uma mulher amada espera pelo seu amado ao anoitecer (1º Cor 11.26). Que haja alegria no partir do pão e no beber do vinho, pois não temos como participar da mesa que celebra a morte sem lembrarmos que a mesma morte foi vencida (Lc 24.5). Celebramos a ceia como um menino que relê um livro: já sabemos o final da história. E se ele venceu a morte, como tinha prometido (Mt 20.19) é certo que voltará um dia para nos buscar, como prometeu (Jo 14.3). Maranata, vem Senhor Jesus!
Há muitos outros sonhos...
Adaptado....Eu ainda sonho com uma igreja...
Sonho com uma igreja onde a Palavra tenha a primazia. O grito reformado de SOLA SCRIPTURA reverbera em meus ouvidos, com o som de vozes martirizadas pela verdade das Escrituras.
Sonho com uma igreja onde a Palavra volte a ocupar o centro (Jo 17.17), onde tanto a pregação quanto a música sejam encharcadas de verdades bíblicas (1º Co 14.15), e não de invencionices humanas.
Em meu sonho percebo a alegria do re-encontro com a voz de Deus, amiga, suave, a permear todo o ambiente onde a igreja estiver reunida, pois onde se reúnem os “templos” (nós) ali está a Igreja (Mt 18.20).
Sonho com uma igreja sadia pelo ensino coerente das Escrituras Sagradas, onde esquisitices e maluquices são tratadas como o que realmente são: esquisitices e maluquices. Não se dá margem a unções novas, senão a unção que já temos no Santo de Deus (1º Jo 2.27). Não se ensina aquilo que não é bíblico pelo simples fato de, exatamente, não ser bíblico. Aquilo que é relativo em mim deve se curvar diante do absoluto da Palavra de Deus. O que sinto não sobrepõe o que leio nas Escrituras.
Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso, inclusive eu, quando o que ACHAR não for o que a Palavra REALMENTE diz (Rom 3.4).
Sonho com uma igreja onde o pastor não é nada mais que um irmão revestido por Deus de um DOM para o crescimento da mesma.
Que eu mesmo testemunhe contra mim um dia se não for um pastor como o que sonho. Que haja fidelidade ao Deus que vocaciona e capacita. Que haja humildade para reconhecer que toda a capacidade vem dEle e não de mim mesmo (Rom 12.3). Que haja coerência entre o falar e o viver (Mt 5.37). Que eu não me torne pesado para os irmãos e, se for preciso, que aprenda a “fazer tendas” (2 Co 11.9; At 18.3).
Sonho com uma igreja que tenha problemas, mas que aprenda com eles (Rom 5.3-5). Que haja graça no lidar com os que caem (Gl 6.1), sabendo que é pela graça que somos o que somos, e que a graça nos nivela sob o sangue de Cristo. Que ninguém seja “punido” de seus erros, mas corrigido com brandura para que o nome de Cristo seja exaltado na reedificação deste irmão (Tg 5.19-20).
Sonho com uma igreja que deixe de ser um tribunal para ser um hospital, onde os feridos são cuidados com amor e que, por esse amor, aprendam a amar e se firmem no Deus que é amor! (1º Jo 4.😎.
Sonho com uma igreja que faça da oração uma simples conversa com o Ser amado. Nada de exigências, nada de ordens, nada de decretos. Que, ao contrário das manifestações triunfalistas, nossas angústias e ansiedades sejam lançadas sobre Ele (1º Pd 5.7), sabendo que Seu cuidado é real. Que sejam orações sinceras, sem máscaras e sem farisaísmo, simplesmente que o nosso quarto seja o lugar de oração, não as praças públicas (Mt 6.5-6). Ninguém precisa saber que eu oro, mas que todos percebam de forma inequívoca que tenho comunhão com Aquele que é o Senhor.
Sonho com uma igreja onde não seja preciso apelos constantes à contribuição, mas onde a graça de Deus abunde nos corações de tal forma que o contribuir deixe de ser uma “carga” para ser um momento de festa, de alegria, pois é a esse momento que Deus aceita e ama (2º Cor 9.7).
Que as necessidades dos irmãos sejam supridas em amor, mas também em gestos (Tg 2.15-16), sabendo que naquilo em que ajudo o meu irmão necessitado, a Deus mesmo o faço (Mt 25.40).
Sonho com uma igreja em que o culto seja vivo, mas não irracional (Rom 12.1). Uma igreja em que o culto seja tão suave como uma melodia clássica, mas tão impactante como uma marcha nupcial. Um ambiente onde quem já é salvo sinta-se em família, de verdade, sem títulos (ninguém em casa chama um irmão de “irmão” – irmãos se chamam pelo nome, ou apelidos carinhosos, mas nunca por “títulos”). Onde quem não é salvo queira conhecer a Deus simplesmente pela beleza do amor demonstrado entre os que ali estão (At 2.47).
Sonho com uma igreja onde o louvor seja algo espontâneo, onde haja liberdade para a adoração, mas que haja espírito e verdade (Jo 4.24). Que seja adoração em espírito, pois Deus é Espírito, mas que também seja adoração em verdade. Em verdade humana e em verdade bíblica. Que quando eu cantar para o meu irmão: “eu sou um com você...”, eu realmente seja assim, senão não é “em verdade”, e que seja uma verdade da Palavra, pois se não for assim, é adoração mentirosa. E que não seja preciso animadores de auditório e nem instrumentos sagrados para me levar ao “êxtase”, ma que a simples presença daquele que é digno de ser adorado me encha o coração e a boca, e que Ele se agrade do meu louvor, como cheiro suave.
Sonho, ainda, com uma igreja que celebre a ceia na esperança da volta do noivo, como uma mulher amada espera pelo seu amado ao anoitecer (1º Cor 11.26). Que haja alegria no partir do pão e no beber do vinho, pois não temos como participar da mesa que celebra a morte sem lembrarmos que a mesma morte foi vencida (Lc 24.5). Celebramos a ceia como um menino que relê um livro: já sabemos o final da história. E se ele venceu a morte, como tinha prometido (Mt 20.19) é certo que voltará um dia para nos buscar, como prometeu (Jo 14.3). Maranata, vem Senhor Jesus!
Há muitos outros sonhos...
Adaptado....Eu ainda sonho com uma igreja...
Sonho com uma igreja onde a Palavra tenha a primazia. O grito reformado de SOLA SCRIPTURA reverbera em meus ouvidos, com o som de vozes martirizadas pela verdade das Escrituras.
Sonho com uma igreja onde a Palavra volte a ocupar o centro (Jo 17.17), onde tanto a pregação quanto a música sejam encharcadas de verdades bíblicas (1º Co 14.15), e não de invencionices humanas.
Em meu sonho percebo a alegria do re-encontro com a voz de Deus, amiga, suave, a permear todo o ambiente onde a igreja estiver reunida, pois onde se reúnem os “templos” (nós) ali está a Igreja (Mt 18.20).
Sonho com uma igreja sadia pelo ensino coerente das Escrituras Sagradas, onde esquisitices e maluquices são tratadas como o que realmente são: esquisitices e maluquices. Não se dá margem a unções novas, senão a unção que já temos no Santo de Deus (1º Jo 2.27). Não se ensina aquilo que não é bíblico pelo simples fato de, exatamente, não ser bíblico. Aquilo que é relativo em mim deve se curvar diante do absoluto da Palavra de Deus. O que sinto não sobrepõe o que leio nas Escrituras.
Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso, inclusive eu, quando o que ACHAR não for o que a Palavra REALMENTE diz (Rom 3.4).
Sonho com uma igreja onde o pastor não é nada mais que um irmão revestido por Deus de um DOM para o crescimento da mesma.
Que eu mesmo testemunhe contra mim um dia se não for um pastor como o que sonho. Que haja fidelidade ao Deus que vocaciona e capacita. Que haja humildade para reconhecer que toda a capacidade vem dEle e não de mim mesmo (Rom 12.3). Que haja coerência entre o falar e o viver (Mt 5.37). Que eu não me torne pesado para os irmãos e, se for preciso, que aprenda a “fazer tendas” (2 Co 11.9; At 18.3).
Sonho com uma igreja que tenha problemas, mas que aprenda com eles (Rom 5.3-5). Que haja graça no lidar com os que caem (Gl 6.1), sabendo que é pela graça que somos o que somos, e que a graça nos nivela sob o sangue de Cristo. Que ninguém seja “punido” de seus erros, mas corrigido com brandura para que o nome de Cristo seja exaltado na reedificação deste irmão (Tg 5.19-20).
Sonho com uma igreja que deixe de ser um tribunal para ser um hospital, onde os feridos são cuidados com amor e que, por esse amor, aprendam a amar e se firmem no Deus que é amor! (1º Jo 4.😎.
Sonho com uma igreja que faça da oração uma simples conversa com o Ser amado. Nada de exigências, nada de ordens, nada de decretos. Que, ao contrário das manifestações triunfalistas, nossas angústias e ansiedades sejam lançadas sobre Ele (1º Pd 5.7), sabendo que Seu cuidado é real. Que sejam orações sinceras, sem máscaras e sem farisaísmo, simplesmente que o nosso quarto seja o lugar de oração, não as praças públicas (Mt 6.5-6). Ninguém precisa saber que eu oro, mas que todos percebam de forma inequívoca que tenho comunhão com Aquele que é o Senhor.
Sonho com uma igreja onde não seja preciso apelos constantes à contribuição, mas onde a graça de Deus abunde nos corações de tal forma que o contribuir deixe de ser uma “carga” para ser um momento de festa, de alegria, pois é a esse momento que Deus aceita e ama (2º Cor 9.7).
Que as necessidades dos irmãos sejam supridas em amor, mas também em gestos (Tg 2.15-16), sabendo que naquilo em que ajudo o meu irmão necessitado, a Deus mesmo o faço (Mt 25.40).
Sonho com uma igreja em que o culto seja vivo, mas não irracional (Rom 12.1). Uma igreja em que o culto seja tão suave como uma melodia clássica, mas tão impactante como uma marcha nupcial. Um ambiente onde quem já é salvo sinta-se em família, de verdade, sem títulos (ninguém em casa chama um irmão de “irmão” – irmãos se chamam pelo nome, ou apelidos carinhosos, mas nunca por “títulos”). Onde quem não é salvo queira conhecer a Deus simplesmente pela beleza do amor demonstrado entre os que ali estão (At 2.47).
Sonho com uma igreja onde o louvor seja algo espontâneo, onde haja liberdade para a adoração, mas que haja espírito e verdade (Jo 4.24). Que seja adoração em espírito, pois Deus é Espírito, mas que também seja adoração em verdade. Em verdade humana e em verdade bíblica. Que quando eu cantar para o meu irmão: “eu sou um com você...”, eu realmente seja assim, senão não é “em verdade”, e que seja uma verdade da Palavra, pois se não for assim, é adoração mentirosa. E que não seja preciso animadores de auditório e nem instrumentos sagrados para me levar ao “êxtase”, ma que a simples presença daquele que é digno de ser adorado me encha o coração e a boca, e que Ele se agrade do meu louvor, como cheiro suave.
Sonho, ainda, com uma igreja que celebre a ceia na esperança da volta do noivo, como uma mulher amada espera pelo seu amado ao anoitecer (1º Cor 11.26). Que haja alegria no partir do pão e no beber do vinho, pois não temos como participar da mesa que celebra a morte sem lembrarmos que a mesma morte foi vencida (Lc 24.5). Celebramos a ceia como um menino que relê um livro: já sabemos o final da história. E se ele venceu a morte, como tinha prometido (Mt 20.19) é certo que voltará um dia para nos buscar, como prometeu (Jo 14.3). Maranata, vem Senhor Jesus!
Há muitos outros sonhos...

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

007 O Pastor e a Prostituta.

007 O Pastor e a Prostituta.

Vivia um pastor nas proximidades de um templo que dirigia. Na casa em frente, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam, o pastor resolveu chamá-la. "Você é uma grande pecadora", repreendeu-a. "Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?" A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do pastor; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão. Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento. Mas não encontrou nenhum
trabalho diferente. E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se. Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, orava ao Senhor e pedia perdão. O pastor, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo: "A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa até o dia da morte dessa pecadora". E, desde aquele dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra em frente a sua casa. Passado algum tempo, o pastor tornou a chamar a prostituta e lhe disse: "Vê este monte de pedras? Cada pedra dessa representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a cuidado com as más ações!" A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados. Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando: "Ó Senhor, quando vossa misericórdia irá me livrar dessa miserável vida que
levo?" 
Sua prece foi ouvida. Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou pôr sua casa e a levou. Pôr vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o pastor consigo. A alma da prostituta subiu imediatamente aos céus, enquanto os demônios levaram o pastor ao inferno. Ao cruzarem no meio do caminho, o pastor viu o que estava acontecendo e clamou: "Oh, Senhor, essa é a tua justiça? Eu, que passei a minha vida pregando e repreendendo, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!" Ouvindo isso, um dos anjos respondeu: 
"São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, essa mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar, que podemos levá-la até o paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras, que não conseguimos fazê-la subir até o alto".

***

Disse Jesus:

"Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro a atirar uma pedra
nessa
mulher"

Quando ouviram isto os acusadores foram saindo um a um, a começar pelos
mais
velhos, até os últimos; ficou só Jesus, e a mulher ali em pé.

João 8:7-9

sábado, 30 de setembro de 2017

005 Você tem percebido Deus ???

005 Você tem percebido Deus ???


DEUS FALANDO...


O homem sussurrou:
"Deus, fale comigo"...
e um passarinho cantou.

Mas o homem não ouviu.

Então, o homem gritou:
"Deus, fale comigo"...
E trovões e raios apareceram no céu.


Mas o homem não notou.

O homem olhou em volta e disse:
"Deus, deixe-me ver o Senhor"...
E uma estrela brilhante apareceu .

Mas o homem não percebeu.
O homem gritou:
"Deus, mostre-me um milagre"...
E uma vida nasceu.

Mas o homem não reparou.

Então, o homem clamou em desespero:
"Toque-me, Deus, e deixe-me saber
que o Senhor está aqui"...
Ao que Deus o tocou suavemente.

Mas o homem espantou a borboleta
que pousara no seu ombro.

Isso é um grande ensinamento de que
Deus está sempre à nossa volta,
nas coisas que nem imaginamos:
nas pequenas e simples, como nas grandes também.
Até na nossa era eletrônica e computadorizada...


Então, gostaria de acrescentar mais uma coisinha:

O homem chorou:
"Deus, eu preciso da sua ajuda" ...
E um e-mail chegou trazendo boas notícias
e palavras de encorajamento.

Mas o homem o delatou e continuou a chorar...


Não perca as bênçãos simplesmente
porque elas não estão "embrulhadas"
da maneira como você esperava.


Espere o inesperado
e tenha um Dia Feliz!

É verdade...
O Senhor fala conosco a todo o momento e de diversas maneiras, mas muitas
vezes estamos muito ocupadas ou preocupadas em enxergá-lo de acordo com os
nossos conceitos distorcidos e nossa visão limitada.
Devemos procurar observar a presença constante e abençoadora do Senhor no
nosso dia-a-dia, através do contato com Ele na oração e na leitura da Sua
Palavra, nas oportunidades que Ele nos dá, no bem estar que Ele nos
proporciona, nas pessoas que Ele usa como instrumentos para nos abençoar e
até mesmo nas dificuldades que nos ajudam a entender a nossa limitação e a
soberania e suficiência de Deus.
E nesse exercício, não se esqueça de que, em muitas ocasiões, Deus vai usar
você para se fazer presente na vida de outras pessoas. Esteja disponível e
disposto!

Um abraço e uma tarde abençoada na presença do Senhor,

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

CR 004 Um Jovem bem sucedido (O Tijolo)

CR 004 Um Jovem bem sucedido (O Tijolo)

Um jovem e bem sucedido  executivo dirigia pôr sua vizinhança, correndo um pouco demais em seu novo Jaguar. Observando crianças se lançando entre os carros estacionados, diminuiu um pouco a velocidade,
quando achou ter visto algo. Enquanto passava, nenhuma criança apareceu. De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do Jaguar! Parou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou
do carro e pegou bruscamente uma criança empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
- Pôr que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro, aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Pôr que você fez isto? - Pôr favor senhor me  desculpe, eu não sabia mais o que fazer!
- Implorou o pequeno menino - Ninguém estava disposto a parar e me tender neste local. Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados. - É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo. Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim. Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo "nó imenso" dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem. - Obrigado e que meu Deus possa abençoa-lo - a grata criança disse a ele. O homem então viu o menino se distanciar... empurrando o irmão em
direção à casa. Foi um longo caminho de volta para ao Jaguar... um longo e lento caminho de volta. Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção. Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações. Algumas vezes quando nós não temos tempo de ouvir, Ele tem de jogar um tijolo em nós. É sua escolha: ouvir o sussurro ou esperar pelo tijolo!
Boa reflexão!

"O sofrimento é o alto-falante de Deus para um mundo surdo" .

Não esperemos pelo "tijolo", que tomemos consciência do que significa a
nossa passagem pôr este mundo.

Pastor Jandiro

sábado, 23 de setembro de 2017

Descascando tangerina (Começa o começo)

Descascando tangerina (Começa o começo)

Essa historia foi me mandado por uma irmã por nome Nádia. Fiz uns ajustes jornalísticos e estou passando as pessoas. Historia muito bonita.
Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: "Pai, começa o começo!” Imagino que toda criança já passou por isso, e o gratificante e terminar o serviço, sempre nos dá a sensação do dever cumprido.
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito. Parece que aquela tangerina tem um sabor diferente, pois foi fruto do meu trabalho, muitas vezes esquecemos que papai sempre deu o inicio e por que não dizer papai fez tudo.
O tempo passa e as coisas mudaram. Não sou mais criança. E muitas vezes fico tão perdido sem saber pra quem pedir pra pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho, fico a pensar que falta faz o papai.
Hoje, minhas “tangerinas” são outras as cascas são duríssimas e o começo parece não ter mais fim. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário para fazer tudo certo, para não decepcionar as pessoas que me amam, e como não dizer que eu muito amo também, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios. Que falta faz o papai.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis… (aqueles duros e verdes) Eita dureza seo. Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. A boca se enche de agua só no olhar,
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:Pai, começa o começo!”

Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você. Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”. Ele vai descascar não só a tangerina mais todo abacaxi.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

CR 003 Senhor Mário

CR 003 Senhor Mário

Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneiro, chega em casa depois de 20 longos anos de trabalho e, todo orgulhoso, chama sua esposa para ver seu lindo caminhão, o primeiro que conseguira comprar após todos aqueles anos de sufoco, e a partir daquele dia seria seu próprio patrão.

Ao chegar à porta de sua casa, encontra seu filhinho, de 6 anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.  Irado, aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem  pestanejar, no
meio de seu furor, martela impiedosamente as mãos do  filho, que  se  põem a chorar sem entender o que
estava acontecendo.
A mulher do caminhoneiro, corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho consegue trazer o marido à realidade e, juntos o levam ao hospital, para fazer um curativo nos machucados provocados.

Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado, bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados, as que de resto o menino era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico, e vendo os pais aguardá-lo acordar no quarto.
Ao acordar, o menino foi só sorrisos e disse ao pai:    - Papai, me desculpe, eu só queria consertar seu
caminhão, como você  me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai enternecido, disse que não tinha mais importância, que já nem estava mais bravo e que não havia estragado a lataria do seu caminhão. Ao que o menino com os olhos radiantes perguntou: - Quer dizer que não está mais bravo comigo? - Não - respondeu o pai - Se estou perdoado, papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?

Apesar de forte, esta história tem cunho muito real, porque na hora do ímpeto machucamos profundamente quem amamos, e em muitas das vezes, não podemos mais "sarar" a ferida que deixamos. Assim, espero que ao lerem, pensem em suas atitudes e reflitam para ver o quanto têm sido impetuosos e, se for possível, mudem
suas atitudes para evitar os danos irreversíveis de  seus atos.

CR 001 A Árvore que produzia pão

CR 001 A Árvore que produzia pão

Era uma vez um reino distante, nos confins do Oriente, onde havia uma árvore muito especial. Era inigualável. Seus galhos e folhas protegiam do sol os que se abrigavam em sua sombra, enquanto suas flores espalhavam no ar um perfume suave.
O mais formidável disto tudo era que o fruto dessa árvore era pão. Sim, isto mesmo! Cada manhã essa extraordinária árvore produzia pães frescos. Pães da cor do trigo, que cintilavam sob os raios do Sol que passavam pôr entre as folhas.
O pão sempre foi e sempre será a alimentação básica de todos os povos. No Brasil, quando os portugueses aqui desembarcaram, os índios já produziam seu próprio pão, feito da mandioca.
Imagine o valor de uma árvore que produzia pão a cada manhã, em abundância e para sempre! Não há preço que pague isso!
Os pássaros se ajuntavam a cada amanhecer, batendo suas asas e bicando os pães. Como a árvore estava à beira de um riacho, seus pães também alimentavam os peixes, que abocanhavam as migalhas que caíam na água.
Um certo pardal vivia a se gabar e a zombar dos peixes. Ele dizia em tom de deboche:
_ Tenho pena de vocês que comem o pão molhado. Eu posso saboreá-lo fresco e seco. Se ao menos soubessem voar...
Os peixes não viam nada de mais em comer o pão molhado, Uma vez que sempre comeram tudo molhado. Contudo, a arrogância do pardal incomodava.
Com o fim do outono, o vento frio trouxe as chuvas geladas. O pardal, que havia nascido na última primavera, não se preveniu como os outros pássaros mais velhos. Assim, num sábado pela manhã, após uma noite de sono profundo, como de costume, foi até a árvore - pão para se alimentar.
Quando deu a primeira bicada, ficou horrorizado com aquele sabor gelado. A chuva que embalara seu sono durante a noite havia estragado seu alimento preferido. O pássaro ficou desolado e voava em círculos ao redor da árvore, na esperança de encontrar um pedaço seco.
Os peixes também apareceram para comer e ficaram curiosos com a atitude do passarinho zombador:
_ O que houve passarinho? Por que tanto desespero ao redor dessa árvore?
O pardal percebeu que todo aquele tempo em que zombara dos peixes lhe veio como uma bofetada, pois agora passava fome, enquanto aqueles, a quem sempre humilhara, comiam do pão com o mesmo prazer, pois a chuva em nada mudava o sabor do seu alimento.
Os dias foram passando e o pardal não encontrava pão seco. O frio do inverno aumentou, ele adoeceu e morreu.

Nesta história , a árvore que produz pão representa o Senhor Jesus, chamado de "Arvore da Vida", e também "Pão da Vida". Os pássaros e os peixes somos nós, os cristãos. Alguns de nós somos como os peixes. Devido às perseguições e injúrias que sofremos, às constantes acusações e deboches, estamos acostumados a comer nosso pão, isto é, servir a Jesus, molhado pelas lágrimas que vertemos nos momentos das dificuldades.
Já outros cristãos são semelhantes aos pássaros, apenas acostumados a comer o pão nos dias ensolarados pela alegria e o sucesso. Quando chegam as perseguições e o pão se torna molhado, rejeitam-no e acabam por morrer na fé.

sábado, 9 de setembro de 2017

O FIO PARA CIMA

O FIO PARA CIMA


Na solidão, bem  no  interior  da  selva,  vivia  uma  velha
aranha.  Estava  acomodada,  contente  consigo    mesma    e
conformada com as moscas, mosquitos  e  outros  insetos  que
ficavam  presos  em  sua  teia,  fornecendo-lhe  o  sustento
necessário à sobrevivência.

Certo dia, entretanto, essa velha aranha  recebeu  a  visita
inesperada de uma jovem neta.  Ao  penetrar  no  mundo  onde
vivia a avó, ficou pasmada com o tipo de vida tão  primitiva
que esta levava. Diante do espanto da sua terceira  geração,
a vovó argumentou:

-- O que preciso mais? A sombra é boa, o  orvalho  da  manhã
bem fresquinho e a teia habilmente estendida! Com tudo isso,
a minha vida está segura.

-- Mas vovó, o mundo lá fora mudou muito.  Perdida  aqui  no
coração desta selva, você não se apercebeu que hoje  tudo  é
diferente. Nova mentalidade, reformas  e  racionalização  de
tudo é a tônica do momento.

A neta deixou a avó depois  de  alguns  dias,  mas  as  suas
observações  ficaram  soando  ainda  aos  ouvidos  da  velha
aranha. Ela, que sempre fora tão calma, começou a agitar-se.
Não lhe fez bem ouvir que estava ficando desatualizada e que
seus métodos  eram  antigos  e  ultrapassados;  isso  acabou
definitivamente com o seu sossego. Em  face  de  tudo  isto,
tratou de inspecionar toda a sua fabricação, para ver o  que
poderia ser reformado e modernizado. Examinou cuidadosamente
todos os fios que completavam a sua teia e notou que  nenhum
deles era inútil nem supérfluo.  Todos  eles  eram  precisos
para a sua existência.

Mas, e aquele fio que vai direto para cima?! -- pensou  ela.
Para que serve, afinal? Nunca inseto algum enrolou nele! Sem
melhor raciocinar e ponderar sobre o assunto, cortou o  fio.
Nesse instante, para a sua completa surpresa,  toda  a  teia
desabou. Era aquele,  justamente,  o  fio  mais  importante,
porque ele sustentava toda a sua teia. Desse único fio  para
cima dependia tudo e a velha aranha, experiente  e  tão  bem
vivida,  ainda  não  havia  se  apercebido  desse  fato   de
importância vital.

Ainda hoje, homens e mulheres  experientes  e  informados  a
respeito de tudo quanto lhes cerca, não  sabem  que  do  fio
estendido para cima, até tocar o infinito,  depende  toda  a
nossa existência aqui e no além,  porque  ele  representa  a
nossa comunhão com Deus. É ele que mantém  o  equilíbrio  da
nossa vida. É ele ainda que não  permite  o  desabamento  do
nosso  físico,  espírito  ou  personalidade,    quando    as
catástrofes procuram nos destruir  por  todos  os  meios  de
ação. A firmeza, felicidade e  prosperidade  da  nossa  vida
aqui na terra dependem  da  ligação  diária  e  perene,  que
mantivermos com o nosso Deus.

"Une-te, pois, a ele e tem paz, e assim te sobrevirá o  bem.
Tu orarás a ele e ele te ouvirá" (Jó 22.21, 27).

"Mas, se andarmos na  luz,  como  ele  na  luz  está,  temos
comunhão uns com os outros. e o sangue de  Jesus  seu  Filho
nos purifica de todo pecado" (1 João 1.7).

QUEM AMA CORRIGE

QUEM AMA CORRIGE

"Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho;  mas  quem  o
ama, a seu tempo o castiga" (Provérbios 13.24).

Um escritor  francês  comentou  em  uma  das  suas  obras  a
respeito da educação e orientação dos filhos, a propósito da
tão controvertida  educação  moderna.  Contou,  à  guisa  de
ilustração, a seguinte história:

Um crinninoso levado à  barra  do  tribunal,  depois  de  um
prolongado e tumultuado julgamento, foi condenado  a  quinze
anos de trabalhos forçados.  Procurando  manter-se  calmo  e
resignado, ouviu de pé a leitura da sua sentença. Depois  de
concluída,  ele,  pedindo  permissão  para  se   pronunciar,
dirigiu ao plenário e  autoridades  presentes  as  seguintes
palavras:

"Eu perdôo aos juízes a sentença que  acabam  de  pronunciar
contra mim porque o seu julgamento fundamenta-se na  justiça
e no direito. Também perdôo  à  promotoria  a  sua  enérgica
acusação, a bem da  ordem  social  aos  crimes  que  cometi;
cumpriu o seu papel e o seu  dever.  Perdôo,  outrossim,  as
testemunhas  que  depuseram  no  processo,  porque   falaram
somente a verdade. Perdôo  os  policiais  que  em  breve  me
conduzirão para  o  degredo,  porque  eles  executam  ordens
recebidas. Assim, não seria razoável acusar  nenhuma  destas
pessoas pela minha  condenação;  receberei  a  punição  como
consequência  lógica  dos  males  que  pratiquei  e,   nesse
particular, eles não tiveram a menor parcela de culpa e  nem
qualquer participação, direta ou indireta,  em  qualquer  um
dos crimes cometidos por mim.

Entretanto, há neste recinto  um  homem  a  quem  eu  jamais
poderei perdoar. E este homem, senhores, pasmem todos,  é  o
meu próprio pai que está sentado daquele lado  (com  o  dedo
indicador, apontou para o desditoso senhor,  que  compareceu
ao julgamento do filho).

Se meu pai houvesse me orientado corretamente, corrigindo-me
e até me castigando quando na minha adolescência e juventude
procedia mal; se não houvesse me  criado  a  rédeas  soltas,
cedendo a todos os meus caprichos; se houvesse me ensinado a
escolher, selecionar as  minhas  amizades,  eu  não  estaria
agora neste banco de réus porque seria um homem de bem.  Por
isso repito que perdôo a todos, mas não perdôo a meu próprio
pai."

Esta declaração do réu, que não sabem ser real ou  fictícia,
pode nos parecer  impiedosa,  irreverente  e  até  atrevida,
porém, não poderá  jamais  ser  classificada  de  mentirosa.
Verdadeira ou imaginária, a história deixa  entender  que  o
jovem falava em nome de centenas de outros rapazes  e  moças
do passado e muito mais do presente,  que  sofrem  as  duras
consequências de uma orientação frouxa e desequilibrada.

Se  Deus  na  sua  infinita  misericórdia  e   longanimidade
"corrige ao filho que ama" por que  os  pais  hodiernos  não
seguem esse exemplo?

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Verdadeiramente Deus Existe

Verdadeiramente Deus Existe

                Um domingo à noite, igreja cheia. Um dia que o Pastor está inspirado para pregar, pois temos alguns que só pregam para grandes públicos, esquecem que “Há festa no Céu quando um pecador (um só ) se arrepende. “ Naquela noite ele pregou sobre a ressurreição de Lazaro.
                Durante o seu sermão eloqüente ele dizia que Lazaro estava morto a dias já tinha um cheiro forte, como sua própria Irmã relatou. Mais chegou Jesus e disse “Lazaro sai para fora” e o morto saiu, Jesus  novamente usa a palavra “Desatai-o e deixá-lo ir”
Aquelas palavras marcaram aquela pobre senhora (pobre no sentido necessidade) ela tinha uma convicção. Aqui é a casa de Deus, encontrei o lugar certo.  O culto estava se encerrando quando o pastor lança o apelo “Quem quer se entregar pra Jesus”  Imediatamente aquela  contrita alma levanta sua mão vai a frente e doa seu coração a Cristo. Somente ele poderia resolver o seu problema. Mais qual seria o grande problema daquela senhora?
                Vamos agora descrever. Seu filho unigênito estava muito enfermo desenganado dos médicos e ela e o menino estavam simplesmente esperando a morte. Aquela senhora morava em um sitio e naquele domingo ela se arruma e vai à busca da ultima taboa de esperança, encontrou a Igreja e la procurou refugio para sua necessidade.
                Após, estar arrumada pega sua charrete a qual ela mesmo arriou, deita seu filho, cobre ele com um lençol branco, fecha a porta põe  a chave sob um vaso, tem um cuidado de abrir e fechar a porteira do sitio, e na sua charrete vai sem rumo, algo a leva  na Igreja. Aquela mensagem entrou no seu coração e quando o Pastor fez o apelo àquela mulher não teve duvidas imediatamente levantou sua mão.  (Estou repetindo para ficar bem gravado em nossas memórias.) O Pastor ora e a despede em paz.
                Ela volta pra casa, certa que sua alma estava parcialmente saciada mais o seu problema esse sim continuaria. Fez o trajeto novamente  e quando abriu a porta deparou com seu filho morto sobre a cama. Deitou esperou o dia começar a raiar e foi a casa do Pastor. Fez o mesmo ritual da porta, da chave, da porteira como era de seu costume. Ao chegar a casa do Pastor com os primeiros raios de sol ela bate no portão. Muito alegre o pastor a recebe dizendo “lembro da senhora, foi aquela que deu seu coração a Jesus ontem. O que a senhora achou da mensagem?” Aquela mulher aflita disse. “Meu filho morreu e quero que o senhor vai la e o ressuscite como na historia de ontem!” O pastor responde aquilo foi nos tempos de Cristo, hoje é diferente. Vou a uma reunião e quando chegar irei ajudar no enterro!”  Palavras podem afagar a dor mais não podem fazer que as mesmas vão embora. Com a insistência da mulher e a indisposição do Pastor ele resolve de outra maneiro. “Vamos orar! Sim. Ore a senhora mesmo!” Ela sem saber orar diz: “Jesus de Lazaro faça o mesmo com meu único filho como fez com seu amigo” Não disse amem pois na sabia nem que era essa palavra. “Vai com Deus” Disse o Pastor. Ela volta pra casa. Algo estranho começa a acontecer. A porteira estava aberta, sendo que ela nunca esqueceu, pois poderia entrar um animal feroz. Ela passa e tem o cuidado de fechar. Chegando em casa o Vaso estava fora do lugar, a chave tinha sumido, a porta estava aberta. Ela entra pensando que um ladrão havia visitado sua casa. Ao chagar no quarto seu filho estava sentado na cama, e disse. “Mãe veio aqui um homem de branco tomou-me pela mão e disse SAI PARA FORA. “Imediatamente me levantei fui até o quintal e não vi a senhora e estou esperando, só deu tempo de dobrar o lençol.” Ela começou a soluçar e disse “Meu filho verdadeiramente Deus existe”  Esse fato verídico foi contado pelo Pastor Lupercio Vergniano, em uma noite na Igreja AD Brás na Major Marcelino.
Visite meu blog prjandiro.blogspot.com.br

Pastor Jandiro

sábado, 19 de agosto de 2017

Perdão

Perdão

          “Então, Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas até setenta vezes sete”. Mateus, 18:21-22.
 O pedido de perdão nos dias de hoje, é algo muito usado mais muito pouco analisado, ou é um ato que usamos simplesmente para ficarmos com a consciência tranqüila. Há poucos dias atrás quando a polícia prende em fragrante um estuprador, ele fala diante das câmeras de televisão: “Gostaria que a moça e sua família me perdoassem”.
Perguntamos a nós mesmos; qual a finalidade do pedido? O que veio no coração daquele infeliz quando proferia essas palavras? Até que ponto ele estava realmente arrependido? Será que os familiares e a moça perdoaram?  
Perdão é um ato que deve vir do coração, e melhor ainda devemos nos policiar para não cometermos certos procedimentos que venham estragar a vida de outros.
Acredito piamente no perdão. Perdão de pecados por Jesus. Mas fica uma duvida o perdão humano.
Temos que lembrar que há pecados contra Deus, contra o seu próprio corpo, contra a família e contra terceiros. Vejamos muitas vezes somente o perdão falado não corrige danos que precisam ser reparados, tantos físicos como materiais.
A história do Brasil tem uma narrativa de perdão que até hoje é uma vergonha nacional. Joaquim Silvério dos Reis, que devia uma soma muito grande de dinheiro ao governo, denunciou fez uma denuncia em troca do perdão de sua dívida. Perdão este que culminou com a morte de Tiradentes.
Perdão não é somente proferir palavras. Quantas vezes alguém nos fecha no transito, pisa no nosso pé, etc. e profere a palavra mágica. Perdão. Perdoamos mais a dor continua. Jesus ensinou que devemos perdoar nossos irmãos setenta vezes sete. Mesmo na cruz Jesus perdoou seus algozes. O perdão de um irmão não isenta que a lei seja aplicada com severidade. Antes de pedir perdão, melhor seria que não errássemos. 

 

Pastor Jandiro A. Silva