terça-feira, 17 de maio de 2016

Novo - Os 5 Sopros de Deus Estudo

Os    5   Sopros de Deus  Estudo                
LEITURA  Isaias 43:1:5
1   MAS agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque Eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.  (Você é de Deus)
2   Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.  (Eu estou contigo)
3   Porque eu sou o SENHOR teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate, a Etiópia e a Seba em teu lugar.
4   Visto que foste precioso aos meus olhos, também foste honrado, e eu te amei, assim dei os homens por ti, e os povos pela tua vida.
5   Não temas, pois, porque estou contigo; trarei a tua descendência desde o oriente, e te ajuntarei desde o ocidente.
1 Ato ou efeito de soprar.  2. Ato de expelir com alguma força o ar aspirado.  3. Movimento de ar impelido pela boca.

Deus prometeu tudo isso para nós    Isaias  43:2-4



1

Sopro da
Vida
E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida;
e o homem foi feito alma vivente  Gn 2:7
Gn 3:19   No suor 
Sl 103:14  Deus conhece
Is 64:8      Deus é nosso Pai
Novo nascimento
Nascido de Novo


2

Sopro da
Vitória
Então, Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas.  Ex 14:21
Sl 98:1   Alcançamos vitória  
1Jo 5:4  Só os nascidos de Deus
Pv 21:31  Vitória vem de Deus

Vitória  Por Cristo
Vitória na Cruz
Vitória na Salvação


3

Sopro da  Providencia
Então, soprou um vento do SENHOR, e trouxe codornizes do mar, e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia de uma banda, e quase caminho de um dia da outra banda, à roda do arraial, e a quase dois côvados sobre a terra.  Nm 11:31
1Rs 17:1 Fome segundo Palavra
1Rs 17:13  Faz o bolo p mim
1Rs 17:15  A mulher obedeceu
1Rs 17:16  Deus recompensou

A guerra
Deus destroi os pensamentos Síria
Fome comiam crianças
Eliseu estava firme 2Rs 6:8



4


Sopro da 
Esperança
E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor JEOVÁ: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.
Ez 37:9
Jó 4:6  Acusavam Jó
Sl 39:7 Nossa esperança
Rm 8:21 Esperança que liberta

Esperança de uma vida melhor
Esperança de ver Deus
Esperança de Morar nos céus



5


Sopro do 
Poder
E, havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
Jo 20:22
At 2:1-3 Vento do poder
At 4:31 Cheios do poder




Novo - As Vestes de Cristo

As Vestes de Cristo

“E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes” Mateus 27: 35
Nossas vestes falam de distinção social, autoridade, costumes, pudor, respeito, etc. Biblicamente, elas simbolizam proteção, Gn 3: 10. Os soldados rasgaram as vestes de Jesus. Essas nada simbolizam. Entretanto, glória, majestade, divindade e poder são as vestes espirituais de Jesus.
O texto de Mateus fala sobre “as vestes de Jesus”. Parece ser um tema polêmico e de difícil interpretação. No entanto, observe com atenção que, no momento em que Jesus morria pela humanidade na cruz do Calvário, os soldados tiraram as vestes dele e as repartiram entre si.
Fazendo uma aplicação, veremos que não tem sido diferente nos dias de hoje, pois estão tirando e repartindo as vestes de Jesus, ou seja, estão distorcendo as doutrinas cristológicas, ferindo os princípios bíblicos, distanciando muitos da fé cristã ou deixando-os no caminho da dúvida.
Vejamos com que vestes espirituais o Senhor Jesus está protegido e como isso pode ajudar-nos a compreender que Ele é Deus, a segunda pessoa da Trindade. Isto nos convida a uma profunda, consciente e atual reflexão.

Na Cidade  Wartburg, o castelo onde Lutero traduziu a Bíblia. Há muitas coisas interessantes para ver ali – além da sala onde Lutero trabalhou.
  • Por exemplo, nas paredes há retratos de todo tipo. Chama a atenção que as mulheres se apresentam em seus melhores trajes.
  • E os homens usam vestimentas ricamente enfeitadas com medalhas, ou então magníficos uniformes ou armaduras. As pessoas faziam-se retratar em toda a sua dignidade, principesca ou real.
Diz o ditado popular: “O hábito faz o monge”. De fato, muitas vezes as roupas dizem algo a respeito do caráter de uma pessoa, costumes, tradições, preferências etc.. É bem verdade que há pessoas ricas e influentes que se vestem de forma simples, mesmo que os tecidos que usam sejam muito caros. Assim, uma simples olhada de relance realmente pode dar uma impressão errada.
As estrelas e celebridades da nossa época normalmente não poupam esforços nem dinheiro a fim de se apresentarem com as melhores e mais chamativas roupas, apenas para continuarem in e para que se fale delas.
Como o Senhor Jesus, o Rei dos reis e Senhor do senhores, estava vestido no dia de Sua morte (crucificação)? Ele usou seis vestimentas diferentes. Em minha opinião, Deus quer nos transmitir uma mensagem por meio delas. Vamos analisá-las uma a uma.
1)   A roupa resplandecente

Quando Pôncio Pilatos descobriu que Jesus era da Galiléia, e que Herodes, cujo domínio incluía a Galiléia, estava em Jerusalém naquele momento, ele enviou o Senhor até Herodes (Lc 23.6-7). Fazia tempo que este desejava ver um sinal milagroso realizado por Jesus. Mas como o Senhor não respondeu às suas perguntas (v.9) nem realizou milagres, o aparente interesse por Jesus imediatamente se transformou em zombaria e gozação: “E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o, e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente, e tornou a enviá-lo a Pilatos” (v.11, RC). Outras traduções chamam esta roupa de “manto esplêndido”, “manto branco” ou “manto real”.
É óbvio que Herodes queria usar isso para expor a reivindicação da realeza de Jesus ao deboche público. Pois, pouco antes Jesus tinha respondido à pergunta de Pilatos: És tu o rei dos judeus?” com “Tu o dizes” (v.3). Todo o Sinédrio reunido naquele lugar tinha escutado essas palavras, e os mesmos homens agora acusavam Jesus diante de Herodes, com certeza também pela Sua reivindicação de ser o Rei dos judeus (cf. Lc 23.3,10).
Com esta roupa resplandecente que Herodes tinha mandado que vestissem em Jesus, ele
·         O tinha exposto à zombaria das pessoas. Elas zombavam dEle por causa daquilo que Jesus realmente era: o Rei dos judeus; a verdade absoluta e comprovada a respeito de Jesus foi debochada.
Algo muito parecido acontece hoje: inúmeras publicações sobre Jesus arrastam a verdade a respeito de Sua Pessoa na lama. Nenhuma outra religião é tão vilipendiada quanto o verdadeiro cristianismo, pois a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo que ela prega é a verdade. Por trás disso está o pai da mentira, o diabo (Jo 8.44), que combate essa verdade com todos os meios de que dispõe.
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A roupa resplandecente colocada sobre Jesus também significa que o Senhor tomou sobre si todos os pecados, mesmo aqueles que o ser humano tanto gosta de usar, mas que não o fazem feliz: roupas maravilhosas, esplêndidas, e jóias preciosas. Os homens gostam de se apresentar com elas, mas, na maioria das vezes, por baixo só estão escondidos egoísmo, orgulho e uma ambição ilimitada.
A “roupa resplandecente” dos homens tenciona esconder a sua miséria e natureza pecaminosa, o “manto branco” precisa ocultar a hipocrisia, o “manto esplêndido” tenta neutralizar o mau cheiro da debilidade humana e o “manto real” procura testemunhar imortalidade, mesmo que o ser humano seja totalmente mortal.
Jesus vestiu, tomou sobre si e carregou tudo isso. Agora Ele transforma qualquer pessoa que crê nEle em “rei e sacerdote” (cf. Ap 1.5-6).
2 O manto escarlate
Depois que Pilatos tinha mandado açoitar Jesus (Mt 27.26), o texto continua: Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate” (vv. 27-28). Outras traduções falam em “manto de púrpura”, “capa de soldado púrpura” ou “manto vermelho”. Tratava-se de uma capa vermelha do tipo usado por soldados. Foi uma capa dessas que colocaram nos ombros de Jesus.
·         Sem saber, em seu deboche e zombaria os soldados fizeram algo cujo significado mais profundo indica o motivo do sacrifício de Jesus.
·          Afinal, o “manto vermelho” ou “escarlate” nos lembra todo aquele sangue derramado sobre a terra, as incontáveis guerras e as muitas vítimas inocentes. Ele proclama que o homem não se entende com seu próximo, que há apenas brigas entre eles. Ele nos lembra assaltos, violência, poder desmedido e injustiça, assassinatos e homicídios e o espírito assassino inventivo da humanidade. Ele nos lembra as grandes guerras (entre os povos) e as pequenas guerras (nas famílias, entre vizinhos, etc.).
O “manto escarlate” do soldado representa ódio e vingança, retaliação, busca por poder e exercício da tirania. Mas ele também expressa que o homem não vale nada para os outros homens. Esse “manto vermelho do soldado” deveria estar sempre diante dos nossos olhos.

Jesus quis tomar nossa culpa sobre si de forma voluntária, e fez isso de forma conseqüente. Essa era a Sua missão, a Sua tarefa. Jesus tomou sobre si a culpa de todas as discórdias do relacionamento humano, todo ódio e todo assassinato: esta é a verdade ilustrada pelo “manto vermelho do soldado”, que Ele permitiu que fosse colocado em Seus ombros.
3 Suas próprias roupas
“E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado” (Mt 27.31, ACF).
As roupas de Jesus eram feitas por mãos de homem, para serem usadas por homens; eram de material terreno. Jesus usou essas roupas durante a Sua vida.
Sendo Deus, Ele vestiu essa “roupa” para se tornar completamente homem. Ele praticamente “vestiu nossa pele” e assumiu humanidade completa.
E como Jesus usou essas roupas feitas por homens, elas também realizaram milagres. Uma mulher tocou a bainha da Sua roupa e imediatamente ficou curada (Mc 5.25ss.).
As roupas de Jesus indicam que Ele se tornou homem, e nos ensinam que Ele quer tornar a nossa humanidade completa. E quando nós O convidamos a preencher nossa humanidade, Cristo, a esperança da glória (Cl 1.27), vive em nós.
Suas roupas se transformaram em símbolo da redenção, pois quatro soldados as tomaram e dividiram entre si (Jo 19.23). As roupas de um condenado à cruz eram despojos dos carrascos. Assim, as roupas de Jesus, crucificado vicariamente pela nossa culpa, transformaram-se em “vestes de salvação” para nós (Is 61.10).
Tiraram dele a “capa” e “vestiram-lhe as suas vestes”.
  • Jesus não era nem como Herodes (manto esplêndido) nem como os soldados (capa). Ele os usou e depois foi despido delas. Mas Ele continuou sendo verdadeiro homem.
4 A túnica
“Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela para ver a quem caberá – para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados” (Jo 19.23-24).

O texto diz expressamente que essa túnica tinha sido tecida sem usar qualquer costura.
As roupas do sumo sacerdote também eram feitas dessa forma:
  • Farás também a sobrepeliz da estola sacerdotal toda de estofo azul. No meio dela, haverá uma abertura para a cabeça; será debruada essa abertura, como a abertura de uma saia de malha, para que não se rompa” (Êx 28.31-32). A diferença estava no fato de que o sumo sacerdote usava essa peça por cima de todas as outras, e Jesus a usava por baixo. Isso também tem um significado mais profundo: Jesus Cristo é o verdadeiro Sumo Sacerdote, ainda ocultado. Ele veio ao mundo como Filho de Deus e revelou-se como Messias de Israel em Seus atos. Mas era preciso que também ficasse claro que Ele era mais que isso: o eterno Sumo Sacerdote de Seu povo. No fim de Sua vida ficou claro qual era o Seu destino inicial.
O povo celebrou-O como Filho de Davi, louvou-O como Messias e grande Profeta. Contavam com a vitória sobre os romanos e o estabelecimento de um reino messiânico. Mas eles não perceberam que primeiro Jesus teria de morrer pelos pecados dos homens, como o Cordeiro de Deus. Podemos chegar a Ele, o Senhor crucificado e ressuscitado, com toda a nossa culpa. Ele intercede por nós, é nosso Advogado diante do Pai celeste: Seu sacrifício vale perante Deus. Jesus é tudo de que nós precisamos!
A túnica de Jesus não tinha costuras. O sacerdócio de Jesus é indivisível, não há nenhuma costura que possa ser desfeita, ele é uma unidade. Seu sacerdócio não pode ser dividido com Maria, outra assim chamada mediadora, nem com os sacerdotes eclesiásticos, nem com o papa nem com nenhuma outra religião. Somente Ele é o eterno e verdadeiro Sumo Sacerdote, o único Mediador entre Deus e os homens (cf. 1 Tm 2.5-6).
5 O pano
Como Jesus fora despido de Suas roupas e de Sua túnica, Ele ficou dependurado na cruz coberto apenas por um pano. Estava praticamente nu.
  • O Salmo 22.17-18 O descreve desta forma: “Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”. Hermann Menge traduziu a última parte do versículo 17 desta forma: “...mas eles olham para mim e se deleitam com a visão”.
2)    A nudez retrata pecado e vergonha.
3)     Ela personifica o pecado original. Desde Adão todos nós nascemos em pecado, por isso chegamos ao mundo nus. Em Gênesis 3.7 lemos: Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si”. Adão disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (v.10).
4)    E Deus respondeu: “Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v.11).
O primeiro Adão pegou o fruto proibido da árvore, e tornou-se o pecador cuja iniqüidade pesa sobre todos os homens.
O último Adão foi pendurado num madeiro e “feito pecado” (2 Co 5.21). Jesus tomou sobre si a culpa original do pecado a fim de eliminar a culpa do homem. Quem crê em Jesus não tem somente o perdão de seus pecados, mas também do pecado original, no qual todos nós nascemos.
6 Os lençóis
“Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis (de linho) com os aromas, como é de uso entre os judeus na preparação para o sepulcro” (Jo 19.40).
O linho era usado nas vestes sacerdotais (Lv 6.10). Também os tapetes, toalhas e cortinas do tabernáculo eram feitos de linho (Êx 26.1,31,36; cf. também 1 Cr 15.27).
Era costume que os judeus mortos fossem sepultados enrolados em lençóis de linho. Jesus foi “sepultado” como um verdadeiro judeu.
Mais tarde, quando Jesus ressuscitou, o texto diz: “Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis, e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte” (Jo 20.6-7).
Em minha opinião, os lençóis nos lembram as obras da lei, o sacerdócio do Antigo Testamento, o tabernáculo, as leis e prescrições, as obras e os esforços dos judeus que seguiam a lei.
Jesus foi colocado no túmulo envolto em linho, mas na Sua ressurreição Ele deixou os lençóis para trás. Ele cumpriu a lei de forma completa. Ele é o cumprimento da lei (Mt 5.17). Nele qualquer pessoa que Lhe pertença é tornada completa.
Aplicação pessoal
Jesus usou o manto esplêndido de Herodes, o orgulho e a soberba da humanidade sem Deus. O Senhor permitiu que Lhe colocassem o manto vermelho dos soldados, o ódio abismal e a brutalidade do ser humano. Jesus usou Suas próprias roupas: Ele se tornou completamente homem. Ele usou uma túnica sem costuras: Ele é o verdadeiro Sumo Sacerdote. Na cruz Ele foi coberto somente com um pano. Jesus levou não somente os pecados, mas o pecado original. Na morte o Senhor usou os lençóis de linho, depois despidos na ressurreição. Jesus é o cumprimento da lei.

Agora toda pessoa renascida é chamada a despir o velho homem e vestir o novo homem em Cristo: “...[despojai-vos] do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e [renovai-vos] no espírito do vosso entendimento, e [revesti-vos] do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Ef 4.22-24). “...revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13.14).

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Novo A Chamada do Obreiro Cap 6 O Obreiro e a contribuição

A Chamada do Obreiro Cap 6 O Obreiro e a contribuição


 
Capitulo 6
O Obreiro e a contribuição

“E digo isto: Que o que semeia pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará.
Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra,”2Co 9:6-8 
A Igreja como qualquer outra instituição, tem suas obrigações. Na Igreja as mesmas são: as  eclesiásticas e sociais, para dar suporte a estas instituições o custo tem que ser suprido e o suprimento tem quer vir de seus membros. Isto é agora, foi no passado e certamente será no futuro 
A Contribuição 
    a)     Sua origem   - Encontramos duas ocasiões quando homens deram ou prometeram dízimos a Deus. Depois do resgate de pessoas e de bens que tinham sido tomados de Sodoma numa guerra, Abraão deu um dízimo a Melquisedeque, o sacerdote de Deus (Gênesis 14:18-20). E Jacó  prometeu dizimar a Deus de sua prosperidade (Gênesis 28:22). Ambos foram voluntários. Não há registro de qualquer mandamento de Deus a respeito do dízimo antes do tempo de Moisés. Certamente, o dízimo de Abraão não é mais um padrão para hoje na mesma forma que o exemplo de Noé não exige que nós construirmos uma arca hoje em dia. Por essa  razão que Jesus foi favorável a dizimarmos Mt 23:23.  O mesmo se refere à contribuição de Abel e Caim.
         Não foi Deus quem inventou a contribuição, mais homens que viram através da contribuição uma forma de agradar a Deus. Na antiguidade era uma constante que quando uma pessoa queria agradar a outra levava presentes. O nascimento de Jesus, Mt 2:11 A rainha de Sabá quando visitou Salomão 1Rs 10:10 entre outros.  
  b)  Sua necessidade -   “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa” Ml 3:10 As necessidades materiais poderiam ser suprida por Deus. Dessa forma as coisas seriam muito fácil, O homem tem que fazer sua parte.  A lei de Moisés mandava separar o dízimo dos frutos e do gado (Lv.27:30,32), com o propósito de sustentar os levitas (Nm.18:4,24). A tribo de Levi foi separada para o serviço do Senhor; como não tinham herança na terra e nem podiam dedicar-se ao trabalho secular por seu ministério, os levitas viviam do dízimo das outras 11 tribos.
É interessante notar que os levitas também dizimavam, e os que recebem (cesta, ajudas, da igreja tem que dizimar também). (Nm. 18:26, 27), o que nos ensina que mesmo os ministros de tempo integral devem fazê-lo também. Como Igreja local também praticamos o dízimo dos dízimos, separando-o para missões e obras assistenciais.Na atualidade não é diferente Paulo solicitou a contribuição ao irmão pobre da Judéia 2Co 8:1-13 Aquele que trabalha na obra é digno de seu salário, 1Tm 5:18 Paulo também recebeu 2Co 11:8.                    
   c) Sua administração-  A Igreja tem suas despesas naturais 2Co 9:12  As quais tem que ser saudadas. Quando estamos entregando nossos dízimos e contribuições a Casa de Deus, estamos entregando ao próprio Deus, que é administrado por homens capacitados 1Pe 4:11 Certas contribuições a ordem era que seriam entregue aos levitas, mais Deus não colocou os ofertantes como sendo os administradores dos levitas. Se alguém age erroneamente com as contribuições Deus vai requerer de cada um.
         Se não houver contribuição na igreja de Deus a obra não cresce. É necessário que sejamos os canais de bênçãos através da contribuição. Os apóstolos recebiam as contribuições de todos e administravam conforme o Espírito Santo de Deus os instruía. Imaginemos nos se Deus colocasse todos para administração. A variedade de idéias seria certamente o caos da igreja, pois cada um de nós tem um objetivo.  
d) Colhemos o quanto plantamos -   A lei da semeadura é clara: Lc 8:5 Podemos observar que o semeador saiu semeado, se semear em boa terra Lc 8:8 teve o retorno. Contribuir na obra de Deus, é retorno garantido Ml 3:10 O próprio Deus disse: “Fazei prova de Mim”  Quanto mais contribuímos, mais somos abençoados. Se quisermos romper na área financeira e andar na benção do Senhor; temos que plantar mais. A colheita não é automática, precisa de tempo, mas é certa e não falhará! Ec 3:2 O povo Hebreu recebeu o mana até no dia que puderam colher do fruto da Terra. Josué 5:12
         Não adianta termos terra, povo, semente e não plantarmos. Abrão foi prova disso, pois sendo um homem rico nunca deixou de dar a parte de Deus Gn 14:20 Foi à gratidão de Abraão pelo que Deus tinha feito por ele. A retribuição é do Senhor. Deus não quer que ninguém seja privado de bênçãos tanto Espiritual ou material. O importante para Deus é que os ímpios vejam o retorno da fidelidade que o homem que serve a Deus recebe. Exemplo de Jô.                 
e)      Como prova de Obediência -  Em que te roubamos?”. "Nos dízimos e nas ofertas alçadas.” Ml 3:8   A contribuição em todos os seus níveis (dízimo, oferta, esmola) é uma prova de obediência a Deus. Lv 27.30-32 Portanto, quem é falho nesta área, está demonstrando quem realmente é!  Além do que,  o Senhor não precisa de nossa contribuição, quanto nós precisamos d`Ele.  Êx. 19:5 Deus nos chama de propriedade peculiar. Como podemos reter a coisas que são de Deus? O sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10) 
A contribuição não pode ser uma negociata com Deus. Porque antes de contribuirmos é importante sabermos que o Senhor quem nos deu tudo. Ex 9:29  Sl 27:4 Ex,19:5  Não podemos nunca pensar que estamos dando ao Senhor, mais devolvendo parte daquilo que Deus nos deu. Ao que entende isso fatalmente será recompensado pelo mestre Sl 24:5 Esta bênção não é uma bênção dirigida, mais uma bênção geral. A salvação não é restrita ao homem ser penalizado a pobreza ou viver mesquinhamente, Deus tem promessas aos salvos.
          A contribuição em todos os seus níveis (dízimo, oferta, esmola) é uma prova de  obediência a Deus. Portanto, quando falhamos nesta área, estamos demonstrando quem realmente somos! Além de que, Deus não precisa tanto de nossa contribuição quanto nós precisamos dEle! Através dela mantenho um coração submisso a Deus e o dinheiro como um servo do Reino...
f)     Com Avareza – O avarento nunca teve lugar na casa de Deusnão há lugar para os tais na liderança Ex 18:21 Samuel teve problemas com o povo, pois seus filhos andaram pelo caminho da avareza 1Sm 8:3  O avarento não tem vida longa Pv 26:16 É uma condição reprovada, abominada por Deus Is 57:17  Paulo ensina aos Corintos que dar com liberalidade é receber bênção, mais o avarento Deus não se agrada com sua oferta 2Co 9:5
         É importante lembrar que nos temos de Moises o povo contribuiu de tal forma que foi além das necessidades, Ex 36:5 Davi sentiu prazer em oferecer seus tesouros 1Cr 29:3 Quando a casa do Senhor necessitou os príncipes trouxeram até que a arca ficou cheia para reparar a casa de Deus 2Cr 24:10. A liberalidade é fator importante para recebermos as bênçãos de Deus.
g)     Com interesse – Sempre há aqueles que ofertam com interesse. De subir de cargo, ou de aparecer para aos outros, foi o caso de Ananias At 5, agradar o Pastor, etc. Temos até aqueles que lêem Malaquias de forma errônea.  “Fazei prova de Mim” Ml 3:10 Temos primeiro de ofertar, e com fé. Pois sem fé nossas contribuições são invalidas. Que tipo de fé? Que estamos agradando a Deus. Nossas ofertas devem chegar como cheiro suave às narinas de Deus. Quando Noé ofereceu sua oferta a Deus, Ele recebeu de uma forma especial Gn 8:20-21
         Deus conhece nossos corações. Não adianta o cristão oferecer suas contribuições com interesse. A liberdade de contribuir é legal e um direito de todos. Imagine; trazemos nossos dízimos e ofertas, com o interesse que Deus tenha obrigação de nos retribuir. Ofertar é oferecer e quem oferece não está usando sua oferta como moeda de troca. Da mesma forma e liberalidade que oferecemos a Deus; Deus nos retribui com bênçãos dos Céus.
h)     Com generosidade -  Deus quer que sejamos generosos e a espontaneidade tem que ser um atributo próprio do homem. 2Co 9:7   Atos, 5 mostra que Ananias não foi generoso; pelo contrário foi avarento e orgulhoso e quis estar em evidência. At 5:3 Deus não está atrás do nosso dinheiro, mas da expressão de generosidade; sem ela, o dinheiro não vale nada! Lc, 21:4  Deve haver em nós alegria ao contribuir! Os 9:4  O apóstolo Paulo se referiu a isto como sendo uma "graça". É um privilégio servirmos a Deus com nossos bens, e o Senhor não quer que ninguém o faça por constrangimento mas de coração.  
         Generosidade: Dotado de caráter nobre. Que tem sentimentos nobres. Que tem grandeza de alma. Nada que possuímos é realmente nosso. Nem nós somos de nós mesmos! Quando a Bíblia fala da obra de Jesus na cruz, fala de redenção. Cristo nos comprou para Deus através de seu sacrifício; isto é claramente mostrado na Palavra do Senhor: "...porque foste morto e com teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação, e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra." Ap 5:9b,10.

 
 
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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Novo As Doze Pedras do Altar de Elias


Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e restaurou o altar do SENHOR, que estava quebrado.

E Elias tomou doze pedras, conforme ao número das tribos dos filhos de Jacó, ao qual veio a palavra do SENHOR, dizendo: Israel será o teu nome.
 
O altar tinha uma importância muito grande no culto a Deus no Antigo Testamento. Era sobre o altar que a oferta ou o holocausto era oferecido e em volta dele se reuniam os convidados em santa reverência perante o Senhor.
Todos os altares tinham modelos, com critérios predefinidos por Deus. O altar que tinha sido construído no monte Carmelo e que neste texto bíblico foi reconstruído pelo profeta Elias, continha elementos indispensáveis para que uma oferta fosse aceita diante de Deus.
O 1º elemento eram as pedras. Em geral eram utilizadas 12 pedras não trabalhadas, como se vê na ordem divina em
Êxodo 20:25 - "E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas...". 
O 2º elemento era a lenha - "... mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã..." - Levítico 6:12.
 O 3º elemento era o animal que deveria ser oferecido.
No caso do monte Carmelo, o animal imolado foi um "bezerro". Para cada sacrifício no Antigo Testamento, havia um animal específico. O bezerro era utilizado para holocausto, para ofertas pacíficas e para consagração de alguém ao Senhor - "E, havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e levou-o à casa do SENHOR, em Siló, e era o menino ainda muito criança". –
1 Samuel 1:24. No altar de Elias um novo elemento foi introduzido - a água. Elias ordenou que derramassem bastante água sobre o altar, ordenando antes, que fizessem um rego em volta do altar para represar a água que seria derramada. O objetivo de Elias era provar que não haveria nenhum truque, até a lenha que em via de regra, precisava ser bem seca, ficou encharcada para que não pairasse qualquer dúvida da manifestação do poder de Deus.
Cada um desses elementos tem um significado para a vida cristã, uma vez que a Bíblia é o livro dos símbolos e por meio deles Deus fala com o seu povo. Não obstante, falarei apenas sobre as pedras que foram utilizadas para a construção do altar.
PORQUE AS PEDRAS NÃO PODIAM SER LAVRADAS?
Êxodo 20:25 - "E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares o teu buril(instrumento de ferro), profaná-lo-ás".
Por que as pedras tinham de ser brutas? Não lavradas, não lapidadas, não boleadas, não polidas, não trabalhadas com ferramentas nem esculpidas, apenas brutas, no seu mais primordial estado e forma, naturais, ásperas, opacas, informes, imperfeitas?
Na obra de Deus há um mistério: Não são as nossas habilidades que determinam os frutos, os resultados. Para se alcançar o coração de um pecador com a mensagem do Evangelho não é necessário a eloquência, os recursos técnicos da oratória, a aparência impecável do orador. Todos esses recursos são úteis, mas não são necessários/indispensáveis. "E eu irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria". - 1 Coríntios 2:1. "Porque Cristo enviou-me, (...) para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã". - 1 Coríntios 1:17.
Não precisamos enfeitar o altar do Senhor para que tenhamos resultados. Não precisamos recorrer a técnicas de recursos humanos, recursos tecnológicos, televisivos, de marketing, empresarial, eventos, shows, pirotecnia etc, para atrairmos a glória do Senhor e alcançarmos mais "fiéis" para nossa igreja.
Onde o homem põe a mão, tentando melhorar, tentando tornar o altar mais atraente... menos manifestação de poder de Deus haverá.
Se as pedras do altar do Senhor não podiam ser lapidadas, imaginem se o Senhor recebe em seu altar essas músicas "gospel" plagiadas do mundo, cujos compositores, em sua maioria, nem convertidos são!
PORQUE TINHA QUE SER DOZE PEDRAS?
A primeira vez que o Senhor exigiu que fossem utilizadas 12 pedras na edificação de um altar, foi na passagem do rio Jordão, em Josué 4. Cada pedra seria retirada do leito do rio por um representante de cada uma das doze tribos de Israel. O motivo? - O Próprio Deus respondeu: "... assim estas pedras serão para sempre por memorial aos filhos de Israel". - Js 4:7 . O povo de Deus precisava trazer sempre, em memória, que Deus é o Deus de Israel, ou seja, que em todo o Israel, em todas as tribos, em todos os municípios, em todas as cidades, somente Deus Jeová - IHVH, era e deveria ser o Deus de Israel. Aquele altar serviria, também, para trazer à memória do povo o milagre da passagem do Jordão, ao chegarem à Terra Prometida.
Pois bem, Elias certamente tinha essa mesma intenção, um altar com doze pedras, para dizer a Israel, mais uma vez que somente o SENHOR deveria ser adorado e servido como Deus em todo o Israel.
O QUE AS DOZE PEDRAS REPRESENTAM EM NOSSOS DIAS?
1º - As pedras representam as pessoas, cada crente em particular é uma pedra no altar de Deus. Se levarmos em conta que a reunião de salvos forma um altar de adoração, cada crente deve se sentir e se comportar como uma pedra. "Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo". - 1 Pedro 2:5. 
2º - Se considerarmos que cada um de nós devemos erguer um altar, sobre o qual devemos apresentar a Deus nosso sacrifício de louvor, como diz em Romanos 12: "ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional", então,
COM QUE PEDRAS DEVEMOS CONSTRUIR ESSE ALTAR?
1ª Pedra - AMOR - "Deixa que o Espírito implante em teu ser, o amor de Cristo, divinal prazer..." - 4ª estrofe do hino 77 da Harpa Cristã. Assim como um "marca-passo" implantado no peito de uma pessoa, regula os batimentos cardíacos, o amor de Cristo, uma vez implantado em nosso ser, regulará todo o nosso comportamento, nossos sentimentos e, inclusive, nossa adoração.
2ª Pedra - UNIÃO - "Oh, quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união..." - Salmos 133:1.
3ª Pedra - ALEGRIA - "Servi ao Senhor com alegria..." - Salmos 100:4a.
4ª Pedra - CÂNTICOS DE LOUVOR - "... apresentai-vos a Ele com cântico" - Salmos 100:4b. "CANTAI ao SENHOR um cântico novo, porque fez maravilhas" - Salmos 98:1. "por isso oferecerei sacrifício de júbilo no seu tabernáculo; cantarei, sim, cantarei louvores ao SENHOR" - Salmos 27:6.
5ª Pedra - FÉ - "Porque sem fé é impossível agradar a Deus" - Hebreus 11:6.
6ª Pedra - A PALAVRA DE DEUS - A leitura da Bíblia deve ser elemento indispensável em um culto de adoração. "Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás...” Josué. 1:7.
7ª Pedra - DONS ESPIRITUAIS - "Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação". - 1 Coríntios 14:26.
8ª Pedra - O ANSEIO POR DEUS - Apresentar-se diante do Senhor sem o anseio por Deus é uma tremenda perca de tempo. "Ó DEUS, tu és o meu Deus, de madrugada te buscarei; a minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água". - Salmos 63:1. 
9ª Pedra - OFERTA - Isto mesmo. Está escrito: "Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante o SENHOR teu Deus, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante o SENHOR". - Deuteronômio 16:16. 
10ª Pedra - HUMILDADE - "Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas...". - Atos 20:19.
11ª Pedra - REVERÊNCIA - "Deus é muito formidável na assembléia dos santos, e para ser reverenciado por todos os que o cercam". Salmos 89:7. "Guarda o teu pé, quando entrares na casa do Senhor". - Eclesiastes 5:1.

12ª Pedra - GLORIFICAÇÃO - "E no seu templo todos dizem glória" - Salmos 29:9. "Aquele que oferece o sacrifício de louvor me glorificará". - Salmos 50.23.