sábado, 28 de maio de 2016

Novo - Quem é você?

Quem é você?  


Texto base  2 Samuel 9:1-5 
- Disse Davi: Resta ainda alguém da casa de Saul, para que eu use de benevolência para com ele por amor de Jônatas?
2 E havia um servo da casa de Saul, cujo nome era Ziba; e o chamaram à presença de Davi. perguntou-lhe o rei: Tu és Ziba? Respondeu ele: Teu servo!
3 Prosseguiu o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que eu possa usar com ele da benevolência de Deus? Então disse Ziba ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado dos pés.
4 Perguntou-lhe o rei: Onde está. Respondeu Ziba ao rei: Está em casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar.
5 Então mandou o rei Davi, e o tomou da casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar.
"

a)         Um rei
b)        Um  Amigo chamado Jonatas
c)        Um Servo Chamado Ziba
d)        Um Inimigo  Saul
e)        Um carente Não usaram o nome Verso 5 “Então mandou o rei Davi, e o tomou da casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar

Ziba  Um servo do Rei Saul
Maquir era um homem Rico com prestigio
Lo- Debar  ficava a 10 milhas a sul do Jordão
Saul   Rei Morto Rejeitado por Deus
Davi  rei posto escolhido por Deus

a)         Um Palacio
b)         Uma Cidade se podemos chamar de cidade  LO-Debar

·         Em I Samuel 18:1-4, vemos o estabelecimento de um pacto de amor entre Jonatas, filho do rei Saul e príncipe herdeiro do trono, e Davi, ungido por Deus para ser o próximo rei de Israel.
·         No capítulo 31:2 vemos a morte de Jonatas e, em
·         II Samuel 1:26 vemos Davi chorando a morte de Jonatas.
·         Em II Samuel 4:4 somos apresentados a Mefibosete, filho de Jonatas que, aos cinco anos de idade, tornou-se aleijado devido a uma queda quando sua ama saiu às pressas, após receber a notícia da morte de Saul e Jonatas.

Mefibosete Esse menino, neto do rei e filho do príncipe herdeiro, estaria destinado à sucessão do trono de Israel, caso seu pai não tivesse morrido.
Agora, aleijado, já não teria mais o direito de pleitear ao trono.
·         Como aconteceu Isso: Quando Davi assumiu o trono Foi subir no Cavalo caiu quebrou ambas as pernas
·         Foi para LO-Debar  =  Miseria, Deploração,
·          Lugar escondido,
·         Com poucas esperanças
Não teve uma infância normal.
·         Não correu com as outras crianças, Não Jogou bola.
o   Tem crente que não aproveita os manjar da casa do Pai
·         Foi levado a Lo Debar, e lá ficou e foi levando sua vida.  (Escondido)
o   Tem crente que vive escondido dentro da Igreja
·         Já não possuía mais a riqueza de Saul e Jonatas.
o   Tem crente que tem a riqueza de Deus a seu dispor;  Mas come na mão do Inimigo
·         No esquecimento, na obscuridade, vivia em Lo Debar.
o   Nesse dia Deus ta dizendo: Profetiza contra a miséria em nome de Jesus
Porém, muitos anos depois, Davi lembrou-se daquela aliança com Jonatas e procurou saber se havia algum descendente vivo, para que pudesse usar de bondade para com ele (II Samuel 9:1-13). Falaram-lhe sobre Mefibosete. Imediatamente, pediu que o trouxessem à sua presença. Mefibosete apresenta-se como
“um cão morto”.
Aqui vemos a auto-estima de um homem que não tinha mais perspectiva alguma na vida.
Um cão morto. Cade tua alto estima
Nem se considerava mais gente. Cade tua unção? Pastoral, Evangelística, Presbiterio etc.
Simplesmente um cão morto.

II Samuel 9:7 “E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa.”

                Porque?  Toda nova dinastia que se formava era comum matar todas das família real antiga

·         Deus fala Hoje  “NÃO TEMAS”

1.       Você é servo inútil                         Mais eu te chamei
2.       Você não tem Terra                      Mais eu Tenho um conserto com Abraão
3.       Você mereçe comer migalhas   Mais vai Ceiar no Céu
4.       Você é pecador                               Mais eu Mandei meu filho para te remir
5.       Você não é ninguém                    Mais Vai morar no céu.
Naquele momento, por amor a Jonatas, Davi lhe restitui tudo que pertencia à sua família, ao seu pai e ao seu avô. Davi também determina que, daquele dia em diante, ele comeria todos os dias à sua mesa e seria tratado como um de seus próprios filhos.
De cão morto em Lo Debar a filho do rei em Jerusalém.
Assim Deus faz conosco. Por amor a Jesus, que morreu por nossos pecados, Deus nos chama de Lo Debar, aquele mundinho que criamos para nos escondermos das circunstâncias adversas da vida e acabamos nos acostumando à miséria, auto-comiseração, mediocridade, inércia, medo, frustração, falta de perspectiva.
Deus nos chama de Lo Debar para o Seu palácio onde, por amor de seu filho, ele nos oferece sua mesa, para que dela comamos todos os dias, em sua presença. Na mesa do rei está todo o suprimento que necessitamos. E está lá, à nossa disposição. Somos tratados como filhos e já não temos mais nada a ver com Lo Debar. A única coisa que temos que fazer é comer da mesa do rei. Nos alimentarmos da Sua Palavra, em sua presença, todos os dias de nossas vidas.
Nesse momento, tudo o que vivemos em Lo Debar já não conta.  Isaias 1:18  - Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.
Entretanto, muitas vezes nós saímos de Jerusalém e retornamos a Lo Debar. Quando não damos ouvidos à Palavra de Deus, quando não entramos em sua presença em oração e permitimos que os velhos medos, frustrações, desesperos, falta de perspectiva ocupem novamente nossas mentes.
Jeremias 49:36 E trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro cantos dos céus, e os espalharei na direção de todos estes ventos; e não haverá nação aonde não cheguem os fugitivos de Elão.
Elão =  houve uma confederação de nações liderada por Quedorlaomer, mencionado nas Escrituras como ?rei de Elão?. Quedorlaomer atacou Sodoma e levou cativo a Ló, sobrinho de Abraão. Este, acompanhado de seus 318 homens mais capacitados, saiu ao encalço do rei de Elão e de seus aliados. Após derrotá-los, Abraão resgatou Ló
Quantos passaram por Lo-Debar?
·         Adão =  Expulso do Paraíso
·         Jacó = Fugindo de Esaú
·         Davi = Ungido Rei por Deus e Fugindo do “Rei” Rejeitado
·         Jesus = Sendo Deus e perseguido por homens comuns
·         Mefibosete = Não fez nada para não ser rei ?
·         Paulo
·         João
·         Você
·         Eu

CONCLUSÃO
·         A boa notícia do evangelho é clara:
·         LO DEBAR NÃO É MAIS O SEU LUGAR!
·         Você foi chamado pelo rei para comer da sua mesa.
·         Deixe Lo Debar para trás e nunca mais retorne para lá, você não precisa mais disso.

·          Jesus já pagou o preço, sofreu em nosso lugar, para que agora tenhamos acesso ao trono do Pai.

Novo - A Figueira

A Figueira

"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.32-35).
Além da oliveira, da videira e do espinheiro, a figueira é uma ilustração de Israel, do judaísmo. Essas quatro "árvores" são mencionadas em uma passagem de Juízes (9.8-15). Além delas, também a romã é uma representação do povo judeu. Certamente a passagem bíblica que exprime com maior precisão que a figueira é uma ilustração de Israel está em Oséias 9.10, onde Deus, o Senhor, diz: "Achei a Israel como uvas no deserto, vi a vossos pais como as primícias da figueira nova..." É o que também se vê claramente em Jeremias 24.3-7: "Então, me perguntou o Senhor: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Figos; os figos muito bons e os muito ruins, que, de ruins que são, não se podem comer. A mim me veio a palavra do Senhor, dizendo: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Do modo por que vejo estes bons figos, assim favorecerei os exilados de Judá, que eu enviei deste lugar para a terra dos caldeus. Porei sobre eles favoravelmente os olhos e os farei voltar para esta terra; edificá-los-ei e não os destruirei, plantá-los-ei e não os arrancarei. Dar-lhes-ei coração para que me conheçam que eu sou o Senhor; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus; porque se voltarão para mim de todo o seu coração."
Além disso, a figueira contém um sentido profético muito profundo, o que se vê claramente nas palavras proféticas de Jesus quando fala da Sua vinda: "Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas" (Mt 24.32-33).
A seguir vamos analisar a figueira Israel à luz profética da Bíblia, perguntando-nos o que podemos aprender dela: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." Três simbolismos chamaram a minha atenção e quero compartilhá-los a seguir:
Primeira representação: a figueira como mestre que ensina o caminho certo, o caminho para a justiça verdadeira, legítima e permanente
Onde a figueira (Israel) aparece pela primeira vez na Bíblia?
Talvez alguns leitores dirão que encontramos em Gênesis 12 o chamamento de Abraão como primeiro hebreu, seguido pelo seu filho Isaque e pelo seu neto Jacó, cujo nome foi mudado por Deus para Israel em Gênesis 32.28: "Então disse: Já não te chamarás Jacó, e sim Israel, pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste." É correto que o nome Israel aparece aqui pela primeira vez.
Mas eu creio que a figueira (Israel), na profundidade profética dos desígnios da salvação de Deus ("Aprendei, pois, a parábola da figueira..."), já aparece nas primeiras páginas da Bíblia, isto é, em Gênesis 3.7: "Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueiras e fizeram cintas para si." Segundo o meu entendimento, encontramos aqui a primeira menção de Israel como figueira na Bíblia, ou seja, o Israel da lei, que apenas pode cobrir o pecado.
Além da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2.9), a figueira ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si") é a única árvore do jardim do Éden mencionada pelo nome. Para mim, a menção da figueira já nas primeiras páginas da Bíblia (ao lado de inúmeras outras árvores paradisíacas criadas por Deus, cujos nomes não são citados) é uma gloriosa figura da eleição de Israel: "...o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra" (Dt 7.6).
Adão e Eva haviam pecado e, em conseqüência, reconheceram que estavam nus. Então eles apanharam folhas de figueira e cobriram sua nudez com essas folhas. Entretanto, assim eles somente puderam cobrir a sua culpa, mas não puderam obter o perdão do seu pecado. Para isso foi necessário um sacrifício de sangue: "Fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu" (Gn 3.21) Isso significa que Deus matou dois animais e, com sua pele, cobriu a nudez dos dois primeiros seres humanos. O sangue derramado nesse ato serviu para o perdão do pecado.
Portanto, já nas primeiras páginas da Bíblia é revelado profeticamente todo o Plano de Salvação. Ali ele ainda está envolto em mistério, mas no decorrer de outras revelações posteriores tornou-se cada vez mais nitidamente visível.
O que aprendemos disso?
1. As folhas da figueira apontam para uma outra salvação, que é melhor e mais perfeita
Em Hebreus 7.19 está escrito: ("...pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus." Mas quem é a esperança superior, acima da lei? O sacrifício providenciado por Deus em Jesus Cristo na cruz!
Segundo o meu entendimento, as cintas de folhas de figueira indicam a necessidade de uma vestimenta mais definitiva, que exigia um sacrifício com sangue, uma esperança superior. Depois que Adão e Eva pecaram, imediatamente souberam que estavam nus e que deviam cobrir-se: "...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si." Mas isso não foi suficiente diante do Deus santo. Por isso, cheio de misericórdia, Ele matou dois animais e "fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu."
Exatamente este é o sentido e a finalidade de Israel no Plano de Salvação. A figueira Israel, do começo até o fim, aponta para a salvação superior em Jesus Cristo, o Grande Sacrifício da Justiça de Deus. Em Israel nos foi dada a lei. Mas por meio dela reconhecemos que somos pecadores e carecemos da graça de Deus. Outrora Adão e Eva tomaram as folhas da figueira, mas perceberam que essas cintas feitas por eles mesmos não podiam salvá-los do pecado que haviam cometido e que necessitavam de outra salvação.
Quase toda a Epístola aos Hebreus mostra que o antigo Israel, em todos os seus procedimentos, é uma indicação para Cristo; que todos os seus sacrifícios apontam para o perfeito sacrifício de Jesus na cruz, e que o sumo sacerdote judeu da Antiga Aliança é uma referência ao Sumo Sacerdote verdadeiro, definitivo e eterno: Jesus Cristo.
Israel sob a lei aponta para a graça (Gl 3.24). Em Israel, sob a lei, os pecados puderam ser apenas cobertos (folhas de figueira). Mas pelo sacrifício de Jesus, com sangue – que maravilhosa boa nova de salvação!! – os pecados são perdoados e tirados. A respeito lemos em Hebreus 9.26: "...Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado."
2. Pelas folhas da figueira vemos que as obras da lei não podem produzir a justiça que vale diante de Deus
Em nenhum lugar isso é demonstrado mais claramente do que na figueira Israel. Em todo o decurso da história desse povo, Deus mostrou a todo o mundo que a lei não pode salvar.
Mas justamente este é o grande problema de Israel até hoje, pois eles continuam pensando que podem ser salvos pelas obras da lei. A Bíblia, porém, ensina inequivocamente: "...por obras da lei, ninguém será justificado" (Gl 2.16). Em Gálatas 3.10 isso é expresso de maneira ainda mais precisa: "Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo da maldição..." O apóstolo Paulo dirigiu essas palavras profundamente sérias em primeiro lugar aos crentes na Galácia, que além da graça em Jesus Cristo ainda queriam assumir as leis do judaísmo. Como Adão e Eva ("...coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si)", hoje muitos procuram alcançar o favor de Deus pela observância da lei ou de exercícios religiosos. Conheci, por exemplo, um homem que antes de se converter a Jesus orava o "Pai Nosso" 150 vezes por dia. Todos que fazem tais coisas se esforçam em vão, pois assim estão realmente "...debaixo da maldição". Diante disso, como soa maravilhosa a mensagem do sacrifício de Jesus na cruz: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito (Dt 21.23): maldito todo aquele que for pendurado em madeiro" (Gl 3.13)"fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu." Ele realizou uma salvação superior!
Hans Brandenburg disse certa vez:
O legalismo é o equívoco de trocar o diagnóstico pela terapia... Legalismo sempre é algo pela metade. Em geral o homem escolhe um ponto especial que está disposto a observar e guardar, e então se apóia na pressuposta observância dessa lei e negligencia a comunhão com Jesus.
Exatamente assim também Paulo se expressa quando fala da figueira Israel: "Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus" (Rm 10.3-4).
Qual é a sua situação? Você já aceitou a graça? No fundo, é tudo tão simples: basta ir ao Senhor Jesus Cristo e Lhe entregar toda a nossa vida. Na verdade, este já é o passo do arrependimento, quando reconhecemos: "Eu sou um grande pecador". É impossível mencionar todos os pecados que cometemos em pensamentos, palavras e ações durante nossa vida. Por isso, venha a Jesus Cristo com toda a sua vida e diga a Ele: "Eu sou um grande pecador. Senhor, eu preciso de Ti para toda a minha vida – para tudo que houve, para tudo que é, e para tudo que virá. Eu te aceito agora como meu Salvador". Então você experimentará repentinamente o que é salvação verdadeira – pois esta é a justiça em Jesus, a justiça que tem valor diante de Deus!
Já nas primeiras páginas da Bíblia a figueira nos é mostrada como uma ilustração de Israel, como um livro didático de Deus ensinando sobre a salvação verdadeira. Assim como as folhas de figueira de Adão e Eva indicavam o anseio de salvação – e mais além o sacrifício pleno e suficiente de Jesus Cristo –, Israel nos é dado como um exemplo que aponta para a graça redentora. Por meio deste povo nos é mostrado claramente o anseio por salvação e a satisfação desse anseio em Jesus Cristo.
Segunda representação: a figueira como mestre que ensina sobre a salvação
Em 2 Reis 20.5-7 o Senhor diz ao Seu profeta Isaías: "Volta e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à Casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde."
O que aprendemos disso?
1. A figueira Israel existe para salvação
Israel é como uma pasta de figos, como remédio para a humanidade, para todas as nações. Mas não é em si mesmo que este povo é salvação e bênção sobre a terra. Israel só pode ser uma ajuda para um mundo enfermo por causa dAquele que vem de Israel e se tornou o sacrifício para o mundo: Jesus Cristo. Este já foi o desígnio de salvação de Deus com Abraão, quando falou ao patriarca de Israel: "...em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gn 12.3b). Jesus é o Salvador do mundo, mas foi o judaísmo que o trouxe ao mundo. Essa é a única razão de ser do povo judeu, do qual o Eterno de Israel fez vir Seu Filho Jesus Cristo para salvação do mundo inteiro!
Os botânicos descrevem a figueira da seguinte maneira:
– "Tem tronco retorcido com casca clara". Em si mesmo, Israel é torto e rebelde, mas resplandece por meio de Jesus Cristo. Tive que pensar em Moisés, que em si mesmo também era "torto". Mas quando retornava do encontro com Deus, "a pele do seu rosto resplandecia" (Êx 34.29).
– "A ramada se estende em todas as direções e tem folhas com cinco pontas". Israel se tornou salvação para todos os povos. O Evangelho foi anunciado primeiramente em Jerusalém, Samaria e Judéia, mas depois, partindo de Israel (figueira), – para todas as direções, para todos os povos. Folhas com cinco pontas: cinco é o número da graça. Uma pasta de figos foi colocada sobre a parte enferma do corpo de Ezequias e ele foi curado. Jesus teve cinco ferimentos que se tornaram a salvação do mundo.
Em Isaías 49.3 está escrito: "...e me disse: Tu és o meu servo, és Israel, por quem hei de ser glorificado" (Is 49.3). Aqui vemos a identificação de Israel com seu Filho maior, Jesus Cristo. A figueira Israel, em conexão com Jesus, o Messias, tornou-se a salvação para o mundo. Por isso está escrito mais adiante: "Sim, diz ele: Pouco é o seres meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra" (Is 49.6). Aqui a Palavra de Deus não se refere mais a Israel propriamente, mas Àquele que viria de Israel, a Jesus Cristo: "...pouco é o seres o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel..." Pois Israel não poderia restaurar a si mesmo, nem poderia tornar a trazer os remanescentes de si mesmo. E como a figueira Israel em si mesma é torta, resplandecendo somente em seu Messias, assim também é evidente que as palavras seguintes se referem ao Filho maior de Israel: "...também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade da terra". Por isso Jesus disse em João 4.22b: "...a salvação vem dos judeus."
2. Profeticamente parece que já se delineia também a futura salvação de Israel – seu próprio restabelecimento se avizinha
Voltemos novamente para o rei Ezequias, que já estava diante da morte, mas em lágrimas implorou a cura ao Senhor. Deus ouviu sua oração e ordenou a Isaías: "Volta, e dize a Ezequias, príncipe do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que eu te curarei; ao terceiro dia, subirás à casa do Senhor. Acrescentarei aos teus dias quinze anos e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e defenderei esta cidade por amor de mim e por amor de Davi, meu servo. Disse mais Isaías: Tomai uma pasta de figos; tomaram-na e a puseram sobre a úlcera; e ele recuperou a saúde" (2 Rs 20.5-7).
Assim como Ezequias, também Israel ainda terá que enfrentar angústia mortal. Pois no tempo da Grande Tribulação todas as nações da terra se voltarão contra Israel e se reunirão em Armagedom para destruí-lo totalmente. Mas então esse povo, em agonia, como Ezequias outrora, clamará ao Senhor com suas últimas forças: "Deus de Abraão, Isaque e Jacó! Nosso Messias, vem e salva-nos dos nossos inimigos!" Ele ouvirá Seu povo e o salvará – Israel poderá ir ao templo novamente (pois Jesus levantará o templo do Milênio) – Ele derrotará os inimigos de Israel e protegerá a cidade de Jerusalém.
A história de Ezequias se encaixa no contexto das afirmações de Deus sobre o futuro de Israel e da vinda de Jesus. Assim talvez já possamos ver, na pasta de figos, por meio da qual a saúde de Ezequias foi restabelecida, um paralelo da figueira restabelecida em Mateus 24: "Aprendei, pois, a parábola da figueira..." E a declaração: "...no terceiro dia subirás à casa do Senhor", é no mínimo interessante. Pedro disse: "Há, todavia, uma cousa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia" (2 Pe 3.8). Desde a primeira vinda de Jesus a Belém já se passaram quase dois mil anos (dois dias divinos). Não é em vão que após 1948 anos Deus fez de Israel novamente um povo na Terra Prometida, e no ano de 1967 lhe devolveu a cidade de Jerusalém. Será que Israel subirá novamente à casa do Senhor no "terceiro dia"? Não sabemos o momento exato da vinda de Jesus para a Sua Igreja, nem o dia da Sua volta para Seu povo Israel. Mas vemos e presenciamos em nossos dias a restauração da figueira: Israel é conduzido em direção à sua cura. E nosso Senhor prometeu expressamente: "Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.34-35).
Terceira representação: a figueira como mestre que ensina sobre os desígnios proféticos da salvação de Deus
Em Lucas 17.5-6 lemos: "Então, disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé. Respondeu-lhes o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá."
É preciso esclarecer que, conforme diversos autores, a árvore aqui chamada de amoreira é, na verdade, o sicômoro, a figueira brava, a mesma árvore em que Zaqueu subiu para ver Jesus (Lucas 19). Um dicionário da Bíblia diz a respeito: "O sicômoro pode atingir até 16 metros de altura e alcança uma circunferência de até 10 metros. A madeira é dura, uniforme e muito durável e, depois do cedro, é a melhor madeira para carpintaria."
O Senhor Jesus apontou para uma árvore tão grande e disse aos seus apóstolos, que eram judeus: "Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá." Certamente podemos dizer que, no sentido profético, isso se cumpriu exatamente. Foi o que realmente aconteceu com a figueira Israel, que no tempo de Jesus havia se tornado um povo orgulhoso. Os israelitas foram desarraigados da sua pátria judaica e lançados no mar das nações. Este foi um desígnio de salvação de Deus e tornou-se uma bênção para os povos. Por meio da fé dos apóstolos, que eram judeus, descendendo eles mesmos da figueira, o Evangelho foi levado aos gentios.
A Bíblia fala em Atos 13.46-47 sobre essa transferência do Evangelho de Israel para as nações: "Então, Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Cumpria que a vós outros, em primeiro lugar, fosse pregada a palavra de Deus; mas, posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida eterna, eis aí que nos volvemos para os gentios. Porque o Senhor assim no-lo determinou (Is 49.6): Eu te constituí para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até aos confins da terra." Ao desarraigamento espiritual de Israel seguiu-se, então, também o desarraigamento como nação: no ano 70 d.C. os judeus foram arrancados de sua terra e espalhados por todo o mundo.
Os apóstolos tiveram a fé para transplantar a bênção de Israel para o mar das nações. O Messias deles nos foi trazido como o Cristo. Certa vez o Senhor Jesus apontou para esse fato ao dizer: "Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos" (Mt 21.43).
O que parecia juízo – e, com certas reservas, também o foi – tornou-se uma bênção para os gentios. Paulo fala a respeito em suas palavras aos judeus, e assim explica que, de acordo com Isaías 49.6, isso foi necessário para se tornar salvação e luz para todos os gentios. Enquanto o sicômoro foi transplantado ao mar das nações, nós nos tornamos participantes da "bênção e seiva salvadora" da figueira. A esse respeito Paulo diz em Romanos 11.11: "Porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum; mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios..."
Mas Israel não continuará para sempre com suas raízes arrancadas. A palavra profética da Bíblia promete à figueira seu restabelecimento na terra dos pais – o que acontece desde 1948 e continuará acontecendo –, com o que também a bênção volta para a terra e para o povo de Israel. A figueira novamente lançará raízes e trará frutos. Por isso Paulo continua dizendo: "Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (v. 12). Esse novo arraigamento da figueira Israel na sua terra para restauração espiritual e nacional também é salientado em Romanos 9.26: "e no lugar em que se lhes disse: Vós sois o meu povo; ali mesmo são chamados filhos do Deus vivo." De que lugar se fala aqui? Da terra de Israel!
Assim, finalmente tudo converge na gloriosa promessa de Miquéias 4.4: "Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos Exércitos o disse" (compare também Ageu 2.19). O sentar-se debaixo da videira e da figueira é uma maravilhosa imagem de uma vida em paz assegurada. Agora ainda não é assim, mas Israel será levado a isso – no Milênio de Jesus Cristo. Já o reinado de Salomão apontou para o Milênio, onde um dia reinará paz: "Judá e Israel habitavam confiados, cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, desde Dã até Berseba, todos os dias de Salomão" (1 Rs 4.25). Isso se cumprirá de maneira completa quando Jesus Cristo voltar ao Seu povo como o Messias de Israel. Por isso oramos: "Maranata – vem Senhor 

Novo - DONS DO ESPÍRITO SANTO

DONS DO ESPÍRITO SANTO
TEXTO: 1ª. Co 12:1,4 “A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo.”
PENSAMENTO: A igreja tradicional e conservadora acredita que os dons do
Espírito Santo já passaram, que as manifestações das línguas foram para o
tempo dos apóstolos e que depois da igreja implantada, isso desapareceu.
Nós, povo da Graça de Deus, não aceitamos esta posição porque é antibíblica.
Sabemos que o mover do Espírito Santo, o louvor, a adoração e a proclamação
da Palavra são a base da vida espiritual de uma igreja.
1) A PROMESSA CUMPRIDA NO DIA DE PENTECOSTES.
a) At 2:1-13 – Eles falaram idiomas conhecidos e desconhecidos (a manifestação sobrenatural mostrara o cumprimento da promessa).
b) 1ª. Co 13:1 Existem línguas dos homens e línguas espirituais (dos anjos).
c) At 2:7–11 Eles falavam em línguas dos homens (idiomas).
2) AS MANIFESTAÇÕES DO ESPÍRITO SANTO
a) 1ª. Co 12:7 O Espírito Santo dá dons, porque eles tem proveito, tem uma
missão, tem um fim.
b) 1ª. Co 12:4 São várias as manifestações do Espírito Santo, mas é o mesmo
Deus quem opera.
3) DONS
a) Ef 4:11,12 Dons para o estabelecimento da igreja e para o aperfeiçoamento do
corpo de Cristo.
b) 1ª. Co 12:8-11 Dons para a edificação da igreja, através dos membros, à medida
que são necessários e conforme o Espírito Santo deseja.
c) Rm 12:7,8 Dons para o serviço e para alcançar os de fora. (administração
governo, contribuição, etc.).
4) ENTENDENDO OS DONS
·         1ª.Co 12: 8(a) - Palavra da Sabedoria - É uma revelação que nos ensina a
proceder devidamente em dificuldades e situações diversas
·         b) 1ª. Co 12:8 (b) - Palavra do Conhecimento - É a palavra que Deus dá, sempre em harmonia com a Bíblia, que nos traz luz, orientação e nos faz crer de
forma correta. Pode se manifestar através da pregação, da profecia manifestada à igreja, de visões, de sonhos, etc.
·         c) 1a. Co 12:9 (a) - Fé - Vai além da fé para crer para salvação. É uma manifestação sobrenatural de fé especial para certas situações que exigem esse osicionamento.
·         d) 1ª. Co 12:9 (b) - Dons de Curar - É a manifestação de um dom para o enfermo
que tem necessidade na igreja. Este dom tem uma variedade de formas de se
manifesta.
  • e) 1ª. Co 12:10 (a) - Operações de Milagres ou de Maravilhas - São muitas
variedades de milagres ou atos de poder que estão disponíveis para mostrar um
grande poder sobrenatural que vai além de qualquer coisa realizada pelo homem. São intervenções divinas que se distinguem das curas.
  • f) 1ª. Co 12:10 (b) – Profecia - É uma palavra de assistência espiritual pública. A
maior profecia é a Palavra de Deus exposta à igreja. Através da Profecia o Espírito
Santo toca nos pontos sensíveis, revela o que está oculto, produz a convicção e a
adoração, bem como o encorajamento e o estímulo à ação. A Profecia edifica,
consola e exorta a igreja.
  • g) 1ª. Co 12:10 (c) - Discernimento de Espíritos - É uma percepção sobrenatural
para diferenciar entre os espíritos bons (eleitos) e maus (ímpios), genuínos ou falsos, a fim de entendermos os propósitos de Deus.
  • h) 1ª. Co 12:10 (d) - Variedade de Línguas - São sons ou sílabas que parecem
sem sentido para a lógica humana, mas são um fator de pura comunicação com
Deus. Não importa como as línguas espirituais soam e nem se são idiomas
desconhecidos ou de anjos, importa que no momento do falar em línguas o nosso
espírito ora de fato.
  • i)1ª. Co12:10 (e) /1ª. Co 12:30 / 1ª.Co 14:5,13,26) - Interpretação das
Línguas - É a revelação dada pelo Espírito Santo sobre o significado ou conteúdo da expressão vocal em línguas. Essa interpretação pode vir de várias maneiras: por visão, por interpretação simultânea, por interpretação sucessiva, por sugestão ou conforme o Senhor determinar.
  • j)1ª. Co 12:28 Administração (Governos) - Manifestação para cumprir a posição
de liderança ou de administração para dirigir os negócios de uma congregação e liderar espiritualmente.
  • k) 1ª. Co 12:28 Socorros, Atos Úteis - Dedicação aos fracos, aos necessitados,
aos trabalhos manuais necessários na congregação, aos pobres e aos doentes.
  • l) Rm 12:7 Ministério, Serviço, Ensinos, Diaconato - Tanto para a Palavra, como
o serviço material da casa de Deus e o serviço dedicado aos líderes e aos irmãos.
  • m) Rm 12:8 (a) Exortação - Capacidade dada pelo Espírito de conclamar, desafiar
ou fazer um apelo; como também conciliar e encorajar.
  • n) Rm 12:8 / Ef 4:28 Contribuir, Repartir - É dar uma parte daquilo que
possuímos, compartilhar com outros, com singeleza, sinceridade e generosidade.
  • o) Rm 12:8 Presidir, Dirigir, Cuidar, Dar Ajuda - É exercer supervisão, exercer
solicitude, cuidar das pessoas, prestar ajuda, servir. Este dom ajuda os líderes a cuidar das almas e leva a igreja a ser solícita na mútua ajuda, sob a liderança que Deus lhe deu.
  • p) Rm 12:8 Exercer Misericórdia - É ajudar ao próximo de forma prática, graciosa e compassiva. Envolve o cuidado dos necessitados, dos enfermos, dos famintos, dos nus e dos encarcerados.
PALAVRA FINAL – Dom vem da palavra grega “carisma”. Temos que ser
sensíveis, estar abertos, não duvidar, para que Deus manifeste os seus dons.
Cremos na vida do Espírito de Deus na Igreja porque os dons já estão no nosso
espírito esperando para que Deus os manifeste.
Deus manifesta os seus dons no meio dos louvores da igreja, no meio da
adoração, nos momentos de oração e profunda comunhão do Corpo de Cristo.

(1ª. Co 12:31,1ª. Co 14:40).

terça-feira, 17 de maio de 2016

Novo - As 7 Palavras da Cruz

As 7 Palavras da Cruz 
LEITURA
LC 23:36 -  E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre.
LC 23:37 -  E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo.
LC 23:38 -  E também por cima dele, estava um título, escrito em letras gregas, romanas, e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS.
LC 23:39 -  E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós. 





1
Perdão  Misericórdia                
Pai Perdoa-lhes
(LC 23:34) -  E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes.
a)     Pelos cegos       Mt 2034
b)    Leprosos            Mc 1:41
c)     Famintos            Mt 15:32
d)    Enfermos            Mt 14;14
e)     Abandonados     Mc 6:34
f)     Inimigos              Lc 23;34
g)    Homens              Rm 11:32

2
º Promessa   Amor         
Hoje estarás comigo
(LC 23:43) -  E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.
a)     Amor pelo malfeitor   Lc 23:43
b)    Amor pelo pecador     Is 53:4-5


3
Cuidado              
Mulher eis ai teu filho
(JO 19:26 ) -  Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.
a)     Cuida de nosso corpo  Lc 12:7
b)    Cuida de nossos atos 1º Pe 5:7
c)     Nunca nos esquece     Sl 115: 12


4
º Solidão           
 “Deus meu Deus meu por que
(MT 27:46) -  E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
a)    Não teve lar para nascer    Lc 2:7
b)     Não teve lugar para reclinar a cabeça  Mt 8:20
c)     Não possuía dinheiro p/pagar imposto  Mt 17:27
d)     Nenhuma assistência no Getsemani  Mt 26:40-45
e)     Não teve advogado no tribunal           Mc 14:50

5
Agonia da Morte  
Tenho Sede
(JO 19:28) -  Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede.
a)    Sede por Deus     Sl 42:1:2
b)    Todos precisam do Deus vivo  Jr 2:13
c)     Pela sede murmuraram contra Moisés  Ex 17:3

6
Cumprimento   
Esta consumado
(JO 19:30) -  E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
a)     O Sacrifício pelo pecado estava consumado.     Hb 10:5-10
b)    Seus sofrimentos tinham acabado           Hb:12:2
c)     Satanás foi derrotado                              Hb 2:4
d)    As profecias haviam cumpridas             1º Pe 1:10

7
Volta ao Pai
Pai nas tuas mãos entrego meu Espirito”
(LC 23:46) -  E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
a)   Deu a vida pelas ovelhas   Jo 10:11
b)   Foi sua glorificação           Jo 12:23-24
c)    A vitoria esta completa     Ap 5:9